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Aproveite neste artigo as dicas de uma empresa especialista em gestão de carreira e de talentos, e aprenda como fazer e aproveitar melhor os contatos em eventos.

Esteja certo de que fazer networking envolve muito mais do que uma simples troca de cartões.

Aproveite esse momento para criar uma rede de contatos forte que venha a agregar algo a mais ao seu negócio.

Fonte: Site Revista PEGN, 21/06/2010

Muitas das empresas de São Paulo e Rio de Janeiro optaram por permanecerem abertas nos dias de jogo da Copa, para isso, estão se utilizando de estratégias bem criativas para estimular a participação de seus empregados e atrair os clientes.

 Fonte:  Agência Sebrae de Notícias
Duas lojas abrem suas portas no país com o formato “clube do grátis”: membros cadastrados retiram produtos gratuitamente apenas relatando sua experiência de uso

É com este propósito que as lojas Clube Amostra Grátis e a Sample Central abrirão suas portas aqui no Brasil.  Elas utilizam o conceito tryvertising (junção dos termos try e advertising, que significam teste e propaganda), que é a familiarização do cliente com o produto através do seu teste. O consumidor testa o produto e dá a sua opinião, e em troca, poderá ganhar produtos com valor de até R$ 100 da loja. 

Entenda melhor “como lucrar com o grátis“.

Fonte: Notícias Pequenas Empresas Grandes Negócios, 11/05/2010

Conheça cinco elementos geradores de conhecimento dentro das empresas e saiba como aplicá-los

Estar disposto a aprender e obter conhecimento é uma das características que definem as organizações dinâmicas e bem sucedidas. O desafio de construir uma organização que aprende é uma das 100 ideias propostas por Jeremy Kourdi, consultor empresarial e autor do livro “100 Idéias que podem revolucionar seus negócios. Nesta obra, Kourdi cita os cinco aspectos fundamentais do aprendizado que podem ser melhorados nas empresas, segundo cita Peter Senge em sua obra “A Quinta Disciplina: 1 – Pensamento Sistêmico; 2 – Maestria Pessoal; 3 – Modelos mentais; 4 – Construir objetivos comuns e 5 – Aprendizado em grupo.

A convite do Portal HSM Online, o brasileiro Marco Túlio Zanini, professor de Gestão da Fundação Dom Cabral, explica como cada conceito pode ser aplicado dentro da realidade nacional. Confira!

1 – Pensamento Sistêmico

O que é o conceito: A empresa precisa compreender melhor os seus sistemas para desenvolver ações mais adequadas.

Como aplicar: As organizações devem buscar conhecer a sua identidade e filosofia empresarial, e a partir desse entendimento, promover uma dinâmica de desenvolvimento que possa envolver todos os níveis hierárquicos da empresa. Esse conhecimento é fundamental para gerar sentido e significado a ação coletiva. Uma cultura de excelência, que visa desenvolver ações interdependentes entre indivíduos, só poderá ser alcançada quando todos se sentem parte responsável e capaz de interferir no contexto em que interagem. A prática dessa dinâmica pode ser relativamente simples, buscando unir múltiplas inteligências em busca do melhor aproveitamento do Capital Humano.

No entanto, a grande dificuldade encontra-se na transferência de tecnologias de gestão concebidas por lógicas culturais diferentes. Modelos de gestão concebidos em países que possuem como pressuposto de sua cultura o individualismo metodológico e a percepção de igualdade, dificilmente podem ser transferidos diretamente para outros países que acentuam a desigualdade em sua estrutura social.

Particularmente no Brasil, temos problemas em assumir alguns pressupostos básicos para o desenvolvimento do pensamento sistêmico e do trabalho em equipe, porque partimos de uma visão de desigualdade ontológica que acentua as diferenças entre indivíduos. Os traços da nossa cultura acentuam a desigualdade e o autoritarismo, e esses se repetem no tempo. Algumas empresas, porém, tem conseguido desenvolver modelos domésticos muito competentes que conseguem lhe dar com essas características e colher frutos.

2 – Maestria pessoal

O que é o conceito: Capacidade de deixar clara a visão pessoal, concentrar as energias, ser paciente e demonstrar objetividade.

Como aplicar: Modelos de gestão que operam por meio de sistema de consequências bem concebidos podem incentivar pessoas a agirem de uma forma desejada. A maestria pessoal esta relacionada a uma visão de longo prazo, base fundamental para a construção de um modelo de excelência em gestão. Isso vai contra a cultura vigente de pressão sobre os indivíduos para produzirem resultado no curto prazo. Temos um modelo predominante no Brasil em que indivíduos são convidados a dedicarem grande parte de seu tempo na tarefa, com visão de curto prazo. A maestria somente pode ser alcançada quando priorizamos a perenidade organizacional como valor.

No contexto brasileiro essa é uma decisão difícil. Os vícios do nosso modelo dificultam a promoção de uma agenda de longo prazo para a construção de valor no tempo. Isso ainda é um privilégio para poucos visionários. Mas temos empresas que estão fazendo isso muito bem.

3 – Modelos Mentais

O que é o conceito: É a forma como compreendemos o mundo e agimos, além da capacidade de ouvir como fator importante de aprendizado.

Como aplicar: Um dos perigos relacionado aos modelos mentais é se criar um discurso descolado de uma ação concreta. O maior desafio é mover pessoas a pensarem sobre como podem produzir valor de outra forma. A transição de modelo mental leva tempo e poucas empresas estão dispostas a investir para isso. O nosso modelo mental é ainda subserviente à hierarquia, pouco comprometido com a autonomia, o desenvolvimento de uma competência pessoal e com resultados.

Romper com o modelo mental que reforça relações baseadas em lealdade pessoal, subserviência e foco no relacionamento dentro da hierarquia é um grande desafio. Imprimir um modelo mental em que a pessoa se enxergue como um indivíduo, portador de uma virtude pessoal e capaz de agir sobre sua realidade e contexto, de forma autônoma e responsável é um grande dilema.

4 – Construção de objetivos comuns


O que é o conceito:
Desenvolver uma imagem comum de futuro

Como aplicar: O primeiro passo é criarmos uma linguagem comum a todos. O modelo brasileiro dificulta essa construção quando indivíduos percebem-se como desiguais e, portanto atribuem valor ao trabalho de forma bastante diferenciada. Essa percepção social é construída coletivamente e, em nosso caso, reforça tendências de exclusão. E certamente isso se aplica também a realidade do mundo corporativo. Dificilmente uma empresa investe e trabalha o desenvolvimento de pessoas desde a alta administração até o chão-de-fábrica.

Níveis hierárquicos são tratados como públicos muito distintos. O compartilhamento de objetivos comuns solicita a criação de um universo simbólico comum que defina claramente objetos e valores que são compartilhados. Esses valores e linguagem comum tornam-se princípios para a ação. A base dessa construção é formada por percepções de justiça e meritocracia, que legitimam a ação dos gestores. Portanto esse trabalho começa no nível da qualidade do vínculo ético que une o indivíduo a organização.

5 – Aprendizado em grupo

O que é o conceito: Capacidade de alinhar e desenvolver habilidades para se alcançar os resultados.

Como aplicar: A empresa deve possuir uma visão clara de onde quer chegar, e principalmente como quer chegar a algum lugar. Um Conselho de Administração ou a Alta Direção Executiva que não percebe a relevância da perenidade como um valor organizacional, que deve ser construído no tempo, dificilmente irá conseguir desenvolver pessoas dentro da organização para trabalharem em grupo.

Promover a soma de múltiplas inteligências exige uma visão de respeito e igualdade perante o outro. Essa visão deve fazer parte da filosofia empresarial e operar como um norte para as ações. Organizações que enxergam pessoas somente como um meio, acabam assumindo essa visão em suas ações cotidianas e não conseguem criar um vinculo ético com o indivíduo. Apenas as organizações que conseguem enxergar seres humanos como um fim em si próprios, conseguem gerar a percepção de benefícios mútuos para todos os indivíduos. Essas conseguem mover a ação coletiva e gerar ativos intangíveis que suportam o desempenho de outros ativos organizacionais, como o Capital Intelectual.

Fonte: HSM Online

adesivoEI Começou hoje a Semana do Empreendedor Individual promovida pelo SEBRAE/SC. Até o dia 7 de maio estão previstas uma série de ações e serviços para facilitar o registro gratuito no Empreendedor Individual (EI) de empreendedores informais que trabalham por conta própria e faturam até R$ 36 mil por ano (média de R$ 3 mil por mês). Serão realizados pedágios, panfletagem, distribuição de cartilhas, palestras de sensibilização e orientação, atendimento individual e coletivo e formalizações pela internet pelo site www.portaldoempreendedor.gov.br. Após preencher os dados no Portal, o empreendedor receberá um documento impresso que comprova a legalidade da empresa. A meta do Sebrae/SC até dezembro de 2010 é de formalizar cerca de 50 mil empreendedores individuais no Estado. Mais de 9.140 empreendedores nos setores de comércio, serviços e indústria já se formalizaram em Santa Catarina por meio do portal do empreendedor.

A semana do EI tem como objetivo divulgar as vantagens e os benefícios de sair da informalidade, entre eles a obtenção do CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) na hora do registro, o resgate da cidadania, acesso facilitado ao crédito, além do direito à aposentadoria, auxílio-doença, licença maternidade, e demais direitos previdenciários. Os informais que aderirem ao EI poderão participar de licitações e de compras governamentais, entre outras vantagens, pagando uma única taxa no valor de até R$ 62,10. O Empreendedor Individual ficará isento dos tributos federais (PIS, Cofins, IPI e CSLL). O ato da formalização como Empreendedor Individual é feito somente pela internet no Portal do Empreendedor www.portaldoempreendedor.gov.br .

Além das equipes do Sebrae/SC através de suas coordenadorias em todo estado, participam da iniciativa parceiros como SESCON, Prefeituras Municipais, entidades de classe e o INSS.
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Para o assessor de Políticas Públicas e gestor do projeto em Santa Catarina, Sérgio Fernandes Cardoso, os registros que serão realizados durante a semana e sobretudo a divulgação do EI são os principais focos da Semana do Empreendedor Individual “A adesão desses pequenos negócios ao Empreendedor Individual dentro da Lei Geral surpreende a cada dia. Nós não temos dúvidas que a meta de 50 mil registros de empreendedores até dezembro será atingida. Esse momento é oportuno principalmente para disseminar informações sobre as vantagens do EI aos empreendedores catarinenses que estão na informalidade, declarou Sérgio.

A Semana da EI é aberta aos empreendedores, empresários, profissionais liberais, universitários e demais pessoas interessadas em iniciar um empreendimento ou legalizar um já existente. Entre as ocupações estão atendidas pelo EI estão incluídos feirantes, artesãos, borracheiros, doceiras, encanadores, pedreiros, taxistas e costureiras. Ao todo, são 439 ocupações cadastradas como Empreendedor Individual.

Programação

Os empreendedores interessados em conferir a programação da Semana do Empreendedor Individual mais próxima de sua cidade podem acessar o Site do Sebrae/SC, ligar gratuitamente para a Central de Relacionamento pelo 0800 5700 800, que aceita ligações de telefones fixos e de celulares.

Serviço

O que: Semana Sebrae do Empreendedor Individual, atividades relacionadas ao registro no Empreendedor Individual, palestras de sensibilização, informação, atendimento Sebrae, panfletagem, distribuição de cartilhas e orientação para registro

Quando: de 3 a 7 de maio

Atendimento e Informações sobre o EI: nas Coordenadorias e Agências do SEBRAE em Santa Catarina: Florianópolis, Joinville, Blumenau, Itajaí, Criciúma, Lages, Joaçaba, Chapecó, São Miguel, Brusque, Caçador, Jaraguá do Sul, Rio do Sul, São Bento do Sul, Tijucas, Tubarão e Xanxerê.

Mais informações: 0800 570 0800

Para o Sebrae, a Internacionalização é muito mais que promover a atuação de forma sustentável das micro e pequenas empresas brasileiras no mercado externo, é também torná-las mais competitivas em seu próprio país, onde a disputa com produtos e empresas estrangeiras está cada vez mais acirrada. Sua empresa quer se tornar mais competitiva?

A Internacionalização envolve não só exportar, mas também importar, fazer acordos de parcerias com empresas no exterior para vender para terceiros, para fornecimento de produtos e compra de tecnologia. É um processo mais amplo, que permite às empresas tornarem-se mais competitivas dentro e fora do país. Então, por meio do Programa, vai atuar para que a internacionalização esteja presente no cotidiano das MPE, aumentando assim o acesso dos empresários a informações e ao mercado externo.

Esta iniciativa tem como objetivo principal, desenvolver, adaptar e implementar, de forma articulada, estratégias, mecanismos, metodologias, conteúdos e ações que contribuam para a participação continuada das micro e pequenas empresas brasileiras no mercado internacional.

Você terá todo apoio e acompanhamento. O ambiente de estudo é muito simples e você será orientado passo a passo. Conheça mais sobre os cursos entrando no menu “Cursos”.

Se você já é aluno, acesse os cursos no menu ao lado “Acesso aos cursos”.
Se ainda não, efetive sua matrícula clicando no menu Matricule-se“.

Matrículas abertas para os cursos:

Curso 5: A Negociação Internacional: Primeiros Passos.
Curso 8: Marketing Internacional.
Curso 9: Logística Internacional.
Curso 10: Informações Básicas para Exportação – Setor de Confecções.
Os cursos são gratuitos e iniciam dia 10/05/10.

Estes cursos estão sendo oferecidos preferencialmente para o empresário de micro e pequena empresa. Caso as vagas não sejam preenchidas, haverá chamada dos cadastros de pessoa física por ordem de inscrição.

Fonte: www.internacionalizacao.sebrae.com.br

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