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Se você é comerciante e ainda não vende seus produtos ou serviços pela internet, fique atento, essa pode ser uma boa oportunidade para você. Em poucos anos a web será o principal ambiente para a realização de compras e quem não estiver preparado, vai perder a oportunidade de expandir ou até mesmo manter as vendas. A democratização da banda larga, somada ao bom momento econômico do país, tem contribuído de forma intensa para o aumento das compras online. Um levantamento realizado pelo IBOPE em 2011 identificou que este crescimento tem acontecido num ritmo de cerca de 30% ao ano. Além disso, apesar de 70% das compras realizadas ainda estarem concentradas nas classes A e B, a classe C já é responsável por 23% das compras online, segundo dados do estudo Target Group Index (fevereiro 2010 a janeiro de 2011).

Para o lojista não naufragar, o segredo está em ficar atento às tendências deste mercado e ao comportamento do usuário. Por exemplo, a ‘mobilidade’ é a grande aposta do comércio eletrônico, impulsionada pelo uso cada vez mais frequente de dispositivos móveis como celulares smartphones e tablets. Para atender esta demanda, as lojas online precisam estar preparadas para atuar na plataforma móvel. Mais do que isso, as lojas que não se adaptarem nos próximos quatro anos poderão ter dificuldades em sustentar suas vendas nos canais eletrônicos.

As redes sociais também estão entre as grandes tendências para o comércio eletrônico em 2012. Porém, é necessário o uso inteligente do canal, sem restringir a atuação ao uso de banners e anúncios nos veículos sociais como o Facebook, por exemplo. O segredo está em criar engajamento com seus clientes, gerando um diálogo. Isso pode ser feito de diversas maneiras; cada lojista precisa descobrir como ser relevante na conversa com seu público, seja por meio de aplicativos, games, concursos ou virais para conquistar clientes e seguidores. As compras coletivas também são um ótimo recurso para atingir novos públicos e ampliar a visibilidade de seus negócios. Com aproximadamente um ano e meio de forte atuação no Brasil, esses grupos já contabilizam milhares de usuários. Um conselho: planeje muito bem, saiba qual é o custo financeiro da ação e como você irá se preparar para a demanda excedente.

O lojista também precisa estar atento às discussões em curso no congresso, como a Lei de Proteção de Dados, Marco Civil da Internet e a Lei de Crimes na Internet. Se aprovados, estes projetos sem dúvida irão impactar o comércio eletrônico no Brasil. Órgãos como o Procon, Ministério Público e ONGs já estão atuando, mas também devem aumentar a atenção ao setor.

Segurança é outro tópico fundamental a ser observado pelos lojistas. Os usuários buscam cada vez mais conveniência, opções de pagamento e, principalmente, um sistema seguro – e quando encontram, tornam-se fiéis à loja. Os sistemas de pagamento online estão ganhando cada vez mais adeptos por oferecerem um alto nível de segurança, além de serem interessantes para os pequenos empresários, já que possuem políticas de proteção aos lojistas e consumidores.

Confira abaixo algumas dicas para garantir o sucesso dos negócios na web:

· Disponibilize mecanismos de busca que permitem a rápida localização e pesquisa de produtos

· Ofereça informações detalhadas e claras sobre os produtos, incluindo fotos e/ou vídeos. O consumidor gosta do comércio online justamente pelo fato de poder analisar com calma as características e detalhes técnicos do item que pretende adquirir

· As opções de pagamento devem estar facilmente visíveis. Além disso, procure optar por aquelas que ofereçam operações rápidas, seguras e de preferência que mantenham a confidencialidade máxima dos dados financeiros dos consumidores

· Informe o tempo médio para entrega e sempre respeite os prazos

· Permita a escrita e visualização de resenhas sobre os produtos uma vez que facilita os consumidores no momento da escolha

· O website deve ser objetivo, simples e de fácil acesso, pois também precisa atender a demanda por acesso móvel

Em resumo, qualidade de serviço e personalização do atendimento são itens essenciais para garantir o sucesso do seu negócio também no ambiente virtual.

Autor: Mario Mello é presidente do PayPal no Brasil, líder mundial em pagamentos online.

Fonte: Empreendedor

 

UBRAFEEstimativa de crescimento do mercado brasileiro de promoção comercial é de 11,6% em 2012; atividade deve reunir 50 mil empresas expositoras em 23 cidades pelo país.

A UBRAFE – União Brasileira dos Promotores de Feiras – lançou a edição 2012 do Calendário “Principais Feiras de Negócios do Brasil”, considerado a maior referência de promoção comercial para empresas de todos os portes. Um dos destaques foi a estimativa de crescimento de 11,6% do setor em 2012, que passará das atuais 180 para 201 grandes feiras de negócios no País, número recorde desde o início da contagem, em 1992. Vale lembrar que relação completa e atualizada poderá ser acessada no site www.ubrafe.org.br até o final deste ano.

Fonte: http://www.ubrafe.org.br/

A EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada) foi aprovada através da Lei 12.441/11,e passou a vigorar em todo o território nacional em janeiro deste ano. Antes desta Lei, a anterior, abrangida pelo Código Civilatravés da Lei 10.406/02, englobava apenas as empresas individuais de responsabilidade ilimitada, já que não havia previsão legal de limitação deresponsabilidade a não ser para sociedades.

Infelizmente, não serão todas as empresas individuais que poderão optar por essa alternativa, que limita a invasão aos bens particulares da organização, já que pertence a um único proprietário, sendo ainda questionável a questão da Justiça do Trabalho que, mesmo na Responsabilidade Limitada, muitas vezes busca bem particulares, fato a ser discutido. Uma das barreiras é que o capital mínimo tem que ser de 100 salários mínimos, ou seja, atualmente a constituição ou na migração o capital mínimo será de R$ 62,2 mil.

Os micros e pequenos empresários, que representam uma fatia significativa do País, continuarão a obedecer antiga legislação, ou seja, correm o risco de serem responsabilizados por quebras ou problemas trabalhistas e terem disponibilizado seu patrimônio particular para liquidação de suas dívidas.

Os maiores beneficiários serão os empresários que puderem disponibilizar esse capital que a empresa, embora correndo os riscos inerentes ao comércio, terá sua responsabilidade limitada ao capital social e na gestão normal do negócio. O empresário terá mais tranquilidade para constituir seus negócios e correr seus riscos e, na iminência de perda, somente os bens da empresa constituída sobre EIRELI, que arcará com as indenizações até o limite dos recursos disponíveis.

Acredita-se que apenas um grupo de empresários se beneficiarão, inclusive aqueles que hoje possuem sociedades e que são optantes pelo Simples Nacional, que poderão dissolver a sociedade e cada um dos sócios constituir seu negócio de forma desmembrada. Somente para benefício fiscal. Se uma sociedade limitada tem três sócios e estiver para estourar o limite de R$ 3,6 milhões de faturamento, pode-se constituir empresas individuais como forma de planejamento tributário e aumentar o limite para até R$ 10,8 milhões. Com isso, poderão manter os benefícios fiscais e continuar com o mesma garantia da responsabilidade na Sociedade Limitada.

A opção pela tributação no Simples Nacional precisa ser bem analisada para não haver todo o trabalho de um ajuste societário e, eventualmente, não gerar ganho – o que ainda poderia prejudicar os resultados. Mesmo com outras formas de tributação, como Lucro Real ou Presumido, se não forem feitas análises comparativas só vai gerar dor de cabeça e aumento dos custos administrativos.

Autor: Reginaldo Gonçalves é coordenador do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Santa Marcelina.
Fonte: Emprendedor

As micro e pequenas empresas (MPE) paulistas começaram 2012 com o faturamento alto: no balanço de janeiro, a receita cresceu 8,8% em relação ao mesmo mês de 2011. Os setores de serviços e comércio puxaram esse número, com incremento de 11,5% e 11,2% na receita, respectivamente. Já a indústria teve um desempenho negativo, com queda de 3,2% no faturamento real. Os dados são da pesquisa de conjuntura Indicadores Sebrae em São Paulo, realizada mensalmente pela instituição, com apoio da Fundação Seade.No mesmo período, o estudo apontou resultados positivos no faturamento em todas as regiões: Grande ABC (13,5%); Região Metropolitana de São Paulo (9,8%); interior (7,7%); e município de São Paulo (6,2%).

A pesquisa traz também o comparativo entre janeiro de 2012 e dezembro de 2011, quando houve uma queda de 12,6% no faturamento real das MPE paulistas. De acordo com Pedro Gonçalves, consultor do Sebrae em São Paulo, já era esperada uma queda de receita nesse período, uma vez que as vendas de Natal costumam beneficiar as MPE no fim do ano, especialmente no caso do comércio. “Além disso, o mês de janeiro concentra férias coletivas, particularmente na indústria, o que tende a reduzir as vendas”, pontua.O superintendente do Sebrae no estado, Bruno Caetano, destaca o otimismo dos empresários: 84% dos proprietários de micro e pequenos negócios esperam manter (53%) ou aumentar (31%) a receita nos próximos seis meses. Segundo ele, “o crescimento do consumo no mercado interno é o principal responsável pelos resultados positivos das micro e pequenas empresas nos últimos meses”.

As MPE do setor de indústria têm apresentando queda no faturamento. Os fracos resultados do segmento são atribuídos ao efeito do aumento dos juros básicos (Taxa Selic) no primeiro semestre de 2011, além da concorrência com importados em alguns setores. Nos últimos meses do ano passado, os juros básicos caíram, o que deve impactar o desempenho na indústria no segundo semestre de 2012.

As micro e pequenas empresas (MPE) paulistas começaram 2012 com o faturamento alto: no balanço de janeiro, a receita cresceu 8,8% em relação ao mesmo mês de 2011. Os setores de serviços e comércio puxaram esse número, com incremento de 11,5% e 11,2% na receita, respectivamente. Já a indústria teve um desempenho negativo, com queda de 3,2% no faturamento real. Os dados são da pesquisa de conjuntura Indicadores Sebrae em São Paulo, realizada mensalmente pela instituição, com apoio da Fundação Seade.

No mesmo período, o estudo apontou resultados positivos no faturamento em todas as regiões: Grande ABC (13,5%); Região Metropolitana de São Paulo (9,8%); interior (7,7%); e município de São Paulo (6,2%).

A pesquisa traz também o comparativo entre janeiro de 2012 e dezembro de 2011, quando houve uma queda de 12,6% no faturamento real das MPE paulistas. De acordo com Pedro Gonçalves, consultor do Sebrae em São Paulo, já era esperada uma queda de receita nesse período, uma vez que as vendas de Natal costumam beneficiar as MPE no fim do ano, especialmente no caso do comércio. “Além disso, o mês de janeiro concentra férias coletivas, particularmente na indústria, o que tende a reduzir as vendas”, pontua.

O superintendente do Sebrae no estado, Bruno Caetano, destaca o otimismo dos empresários: 84% dos proprietários de micro e pequenos negócios esperam manter (53%) ou aumentar (31%) a receita nos próximos seis meses. Segundo ele, “o crescimento do consumo no mercado interno é o principal responsável pelos resultados positivos das micro e pequenas empresas nos últimos meses”.

As MPE do setor de indústria têm apresentando queda no faturamento. Os fracos resultados do segmento são atribuídos ao efeito do aumento dos juros básicos (Taxa Selic) no primeiro semestre de 2011, além da concorrência com importados em alguns setores. Nos últimos meses do ano passado, os juros básicos caíram, o que deve impactar o desempenho na indústria no segundo semestre de 2012.

Fonte: Exame.com

A cada dia que passa, mais brasileiros aderem às redes sociais. De acordo com pesquisa sobre internet realizada pela joint venture Ibope Nielsen Online, a subcategoria “Comunidades” – que engloba sites de redes sociais, blogs, microblogs, fóruns e outros sites de relacionamento – contabilizou 39,8 milhões de usuários únicos em todo o Brasil em dezembro de 2011. Com esse desenho, surgem novas oportunidades de negócios para empreendedores que vislumbram a internet como cenário de atuação.

Para o nicho de aplicativos móveis, os dados estimulam o crescimento de um mercado novo com muitas vertentes por explorar. São jogos destinados aos usuários, plataformas que permitem a interação com os demais usuários da rede, e aplicativos que organizam datas e tarefas sincronizadas aos sites, entre outras possibilidades.

De acordo com um ranking sobre redes sociais brasilerias, feito em 2011 pela comScore – companhia americana especializada em medições do mundo digital -, o Facebook cresceu 192% só no Brasil.

Para Rafael Lamardo, professor de tecnologia da informação do MBA e pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), apesar de o setor oferecer boas expectativas, o empreendedor deve ter conhecimento prévio antes de investir suas fichas nesse nicho. “Engana-se quem imagina que o investimento é baixo. A aplicação em pesquisa, que é essencial, é alta e a mão de obra, cara. Para reter os bons desenvolvedores, o empresário terá que gastar com uma boa gestão, por exemplo.”

Além dos custos de implantação, o empreendedor que deseja entrar no nicho precisa ser paciente. De acordo com o professor, o prazo para retorno do investimento chega a três anos. “É muito difícil encontrar uma empresa que surja com o que chamamos de ’aplicativo matador’, aquele que acerta de primeira. Basta analisar as grandes empresas de aplicativos estrangeiras. A maioria tem uma longa história para contar. Foi necessário tempo para que pudessem se consolidar.”

LikeStore
Para pegar um lugar na onda das redes sociais, o empresário Ricardo Grandinetti e seus quatro sócios desenvolveram a LikeStore, plataforma que permite a criação de uma loja virtual dentro de uma página do Facebook – maior rede social do País, que em dezembro de 2011 atingiu a marca de 36,1 milhões de usuários, segundo a comScore.

O projeto data de 2010, mas a implantação foi iniciada há cerca de um ano. A atual versão está no ar desde agosto do ano passado. Os empreendedores investiram R$ 2 milhões. O dinheiro será destinado a todos os gastos da empresa até julho de 2012. “Temos tudo planejado. O dinheiro vai ser usado para pagar os gastos com funcionários, infraestrutura e assessoria de imprensa”, explica o empresário. “Esperamos recuperar o investimento em três anos.”

Segundo Grandinetti, que também atua como gerente de produtos da LikeStore, hoje já são 4 mil lojas vendendo através da plataforma. A manutenção do serviço é gratuita. A única taxa cobrada é sobre a comercialização dos produtos: 2% do valor bruto de cada venda.

Fonte: Terra – Notícias

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