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	<title>Blog da Biblioteca do Empreendedor &#187; Mônica Fontanella</title>
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		<title>Empreendedor-artista</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 17:19:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Fontanella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[No artigo Empreendedor-artista, o autor Joel Fernandes, aborda como &#8220;a maioria dos empreendedores que abrem um negócio é um artista que virou empresário. Entende daquilo que faz, mas entende muito pouco, às vezes quase nada, de negócios, daquilo que deveria fazer sob o ponto de vista do investimento que realizou.&#8221;
Fonte: Revista Empreendedor, dez./2011.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>No artigo <a href="http://cdi.blogsebrae.com.br/files/2011/12/Artigo-Joel_Empreendedor-artista5.pdf">Empreendedor-artista</a>, o autor Joel Fernandes, aborda como &#8220;a maioria dos empreendedores que abrem um negócio é um artista que virou empresário. Entende daquilo que faz, mas entende muito pouco, às vezes quase nada, de negócios, daquilo que deveria fazer sob o ponto de vista do investimento que realizou.&#8221;</p>
<p>Fonte: Revista Empreendedor, dez./2011.</p>
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		<title>Tendências e oportunidades para 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 14:26:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Fontanella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>

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		<description><![CDATA[O CAPITAL E O EMPREENDEDOR: MAIS AMIGOS DO QUE NUNCA 
Sérgio Risola
Diretor executivo do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec)
O ano de 2011 termina com saldo positivo, pois foi um bom momento para os empreendedores. É a hora certa de investir no Brasil, como apontou em novembro a revista americana de economia Barron’s, do grupo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI282344-17166,00-TENDENCIAS+E+OPORTUNIDADES+PARA.html">O CAPITAL E O EMPREENDEDOR: MAIS AMIGOS DO QUE NUNCA </a><br />
<strong>Sérgio Risola<br />
Diretor executivo do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec)</strong></p>
<p>O ano de 2011 termina com saldo positivo, pois foi um bom momento para os empreendedores. É a hora certa de investir no Brasil, como apontou em novembro a revista americana de economia Barron’s, do grupo Dow Jones. É fato: o universo dos empreendedores é a bola da vez e o Brasil precisa estar preparado para os investimentos que estão vindo por aí. &#8230; Para as incubadoras brasileiras, 2012 começa com o desafio da implantação do Modelo Cerne, uma certificação semelhante à norma ISO 9000 adotada nas empresas. Algumas incubadoras serão denominadas pelo Sebrae como âncoras e terão recursos para preparar as demais. Haverá auditorias internas e uma externa, realizada pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec)&#8230;. É fundamental, por fim, olhar o momento do mercado brasileiro frente aos grandes eventos esportivos e perceber as inúmeras oportunidades que estão sendo criadas com os bilhões de reais que já começam a circular na economia. O próximo passo é detectar os nichos de mercado mais promissores para as cidades, como mobilidade urbana, e aproximar nossas empresas das oportunidades certeiras. É importante lembrar que não existem limites. E tudo parte da necessidade de o empresário entender como preparar o terreno para fazer uma ideia virar negócio.</p>
<p><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI282344-17166-1,00-TENDENCIAS+E+OPORTUNIDADES+PARA.html">O INVESTIMENTO ANJO RUMO ÀS NUVENS NO BRASIL<br />
</a><strong>Cassio Spina<br />
Fundador da Anjos do Brasil</strong></p>
<p>Na decolagem de um avião, o momento mais importante é quando atinge a “velocidade de rolagem”, com sustentação suficiente para levantar vôo: o comandante pode puxar o manche para embicar e descolar do chão. Este é o estágio atual do investimento anjo no Brasil, resultado de um conjunto de fatores e oportunidades que vem acontecendo recentemente. De um lado, temos novas gerações iniciando sua atividade empreendedora e, desta vez, em sua maioria motivadas pela realização de um projeto. São os empreendedores de “oportunidade”, em vez de movidos pela falta de trabalho, os chamados por “necessidade”, conforme o Global Entrepreneurship Monitor (GEM)&#8230;. Do outro, temos uma geração de empresários e executivos bem sucedidos, que acumularam, além de recursos financeiros suficientes para investir em novos negócios, experiência e conhecimento para aplicar nos mesmos. Isto significa que já está tudo resolvido? Muito pelo contrário. Da mesma forma que o avião – que após a decolagem precisa manter seus motores em potência máxima e rumar para o seu destino com concentração e dedicação integral da equipe, numa fase crítica em que qualquer falha pode significar uma queda –, o investimento anjo necessita de atenção. Precisamos manter o foco tanto na efetivação dos negócios quanto na orientação e no apoio para novos investidores anjos e empreendedores&#8230;. Acreditamos que em 2012, apesar da crise nos países desenvolvidos, o empreendedorismo com o investimento anjo deverá crescer significativamente no Brasil. Para tanto, pretendemos efetivar ações como cursos de capacitação para empreendedores e investidores, eventos para troca de experiência e compartilhamento de conhecimento, parcerias com fundos de investimento e a criação de núcleos regionais da Anjos do Brasil em locais que ainda não contam com redes de investidores anjos, como Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e outros.</p>
<p><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI282344-17166-2,00-TENDENCIAS+E+OPORTUNIDADES+PARA.html">OS BONS DESAFIOS DE UM BRASIL MAIOR<br />
</a><strong>Francilene Procópio Garcia<br />
Professora da Universidade Federal de Campina Grande, diretora geral da Fundação Parque Tecnológico da Paraíba, secretária executiva de Ciência, Tecnologia e Inovação da Paraíba e presidente eleita da Anprotec</strong></p>
<p>O Brasil vem se preparando para lidar com as oportunidades e os desafios de uma economia num nível de estabilização sustentável, reconhecida com a elevação do país à categoria de grau de investimento. É visível a melhoria da competitividade nos territórios brasileiros que se movimentam com a parceria de incubadoras de empresas, aceleradoras de negócios, parques ou pólos científicos e tecnológicos. Estes mecanismos, originados ao longo dos últimos 25 anos, caracterizam um dos caminhos para concretizar o apoio à inovação, viabilizando benefícios que contribuem para o desenvolvimento social, econômico, científico e tecnológico&#8230;. O Brasil está num momento especial. O crescimento da economia alarga as possibilidades e aproxima o investidor privado, o que reforça a necessidade de maior capacitação da gestão, inclusive nos ambientes das incubadoras e dos parques tecnológicos&#8230;.<br />
Em sintonia com prioridades regionais, nacionais, internacionais e com políticas públicas abrangentes, tais como a Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), cabe continuar avançando de forma empreendedora e inovadora em áreas estratégicas, a exemplo dos segmentos de tecnologia limpa, nanotecnologia, biotecnologia, TIC (em especial, em ações com impacto nas áreas de segurança, saúde e educação), energia e agronegócio, entre outras.</p>
<p>A lista de desafios inclui incentivar a maior cooperação entre os ambientes de inovação e as empresas. Precisamos aprimorar a capacidade de articular, integrar e negociar projetos estratégicos, entre parques e incubadoras, racionalizando e fortalecendo as capacidades dos vários territórios no fomento ao empreendedorismo inovador no país.</p>
<p>Autor: Redação Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios, dez. 2011</p>
<p>Fonte: <a href="http://revistapegn.globo.com/">http://revistapegn.globo.com/</a></p>
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		<title>6 dicas para a empresa decolar em 2012</title>
		<link>http://cdi.blogsebrae.com.br/2011/12/26/6-dicas-para-a-empresa-decolar-em-2012/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 12:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Fontanella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[Competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>

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Seis especialistas na área empresarial elencam dicas que podem fazer a diferença para seu negócio




Não só as pessoas traçam metas para o novo ano. As empresas, de diversos portes e nichos, planejam suas ações para conseguir ampliar (ou, pelo menos, estabilizar) sua atuação nos mercados em que atuam. Para acelerar esse processo em busca de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="100%">
<p class="materiaolho">Seis especialistas na área empresarial elencam dicas que podem fazer a diferença para seu negócio</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Não só as pessoas traçam metas para o novo ano. As empresas, de diversos portes e nichos, planejam suas ações para conseguir ampliar (ou, pelo menos, estabilizar) sua atuação nos mercados em que atuam. Para acelerar esse processo em busca de sucesso, seis especialistas na área empresarial elencam dicas que podem fazer a diferença para seu negócio decolar em 2012:</p>
<p><strong>Ampliar investimento em capacitação:</strong> ter colaboradores aptos a negociar em outro idioma pode ser um forte diferencial para sua empresa. “Além do inglês, que é extremamente importante para as organizações dialogarem com outras empresas, o espanhol também possui forte aceitação de diretores e executivos de grandes empresas, já que todos os países da América do Sul, dos quais o Brasil é grande exportador, falam o idioma” destaca Fabio Moyses, coordenador pedagógico do núcleo In Company da Seven Idiomas;</p>
<p><strong>Avalie quanto vale (de verdade) sua empresa: </strong>Batista Gigliotti, master franqueado da Sunbelt Business Brokers no Brasil, a maior empresa de intermediação de negócios do mundo, afirma que “alguns empreendedores não conhecem o valor real da empresa, enquanto outros acreditam que apenas o ponto comercial possa ser comercializado. Por isso, vale destacar que uma avaliação de quanto vale seu negócio pode ser muito estratégico para fortalecer, ainda mais, sua empresa”;</p>
<p><strong>Verdadeiros líderes podem fazer a diferença na sua companhia:</strong> baseada em teorias de gestão com mais de cem anos, muitas empresas acabam retardando o crescimento e amadurecimento de suas equipes de trabalho. Roberta Yono Ebina, consultora associada da Muttare, consultoria de gestão, revela que “o papel do líder é oferecer desafios aos seus colaboradores de forma a estimular a sua motivação e, ao mesmo tempo, dar sentido aos desafios oferecidos. Fazendo isso, o líder gera um forte vínculo do colaborador com a organização tornando-o cada vez mais comprometido com os resultados a serem atingidos”;</p>
<p><strong>Uma marca alinhada com os objetivos da empresa atrai mais clientes:</strong> a marca é o ativo mais importante de uma empresa, e sua gestão correta tem papel importante no sucesso da organização, pois ajuda na conquista e fidelização de clientes. “Hoje, oferecer apenas um produto adequado com uma estratégia de trabalho correta não é mais garantia de estabilidade dos negócios. Investir na marca e criar valor para a própria identidade é essencial no atual cenário”, avalia Helio Moreira, diretor da NewGrowing Design &amp; Branding, agência especializada em construção de marcas;</p>
<p><strong>Eventos com foco em resultados: </strong>o mercado de eventos no país cresceu 300% nos últimos dez anos. Na hora de realizá-los, dois fatores são fundamentais: resultados e relacionamento. Aproveite a ocasião para ampliar seu networking e aumentar as vendas: “O evento é uma ferramenta de comunicação que visa alavancar negócios, e o próprio relacionamento com o cliente tem esse foco. Não importa se for um evento interno ou externo, planejamento e os objetivos precisam estar claros”, aponta Ricardo Mendes Gomes, diretor da Stap Comunicação;</p>
<p><strong>Faça das redes sociais uma aliada das pequenas e médias empresas:</strong> ferramenta essencial para o relacionamento entre marcas e público final, as redes sociais podem ser um fator importante para o desenvolvimento das pequenas e médias empresas, se usadas de forma assertiva. Meriellin Albuquerque, diretora de planejamento da Ato Z Comunicação, destaca que “não basta colocar conteúdo, é preciso gerar relacionamento e fazer o monitoramento da marca nestes meios. As ações precisam seguir a estratégia de negócios da empresa, mas devem ter linguagem que seja apropriada ao canal para que pequenas e médias otimizem suas ações nestes canais de baixo custo”.</p>
<p>Autor: Pela redação &#8211; <a href="http://www.incorporativa.com.br">www.incorporativa.com.br</a></p>
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		<title>Além da lojinha</title>
		<link>http://cdi.blogsebrae.com.br/2011/10/17/alem-da-lojinha/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 12:48:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Fontanella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[por: Da Redação


A analista de negócios Priscila Dantas elaborou seis dicas para incluir pequenas e médias empresas nos negócios online 
Com a vantagem de atender nichos específicos de mercado, as micro e pequenas empresas saem na frente e apostam nas vendas além da loja física. Para ampliar a participação no mercado e promover a competitividade, a analista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por: Da Redação</p>
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<div id="div_1-paginada" style="display: inline;">
<p style="margin: 10px;"><em>A analista de negócios Priscila Dantas elaborou seis dicas para incluir pequenas e médias empresas nos negócios online </em></p>
<p style="margin: 10px;">Com a vantagem de atender nichos específicos de mercado, as micro e pequenas empresas saem na frente e apostam nas vendas além da loja física. Para ampliar a participação no mercado e promover a competitividade, a analista de negócios da Epratico Softwares de Negócios, empresa especializada em gestão de softwares e sites para MPEs, Priscila Dantas, elaborou seis dicas para incluir pequenas e médias empresas nos negócios online.</p>
<p style="margin: 10px;"><strong>1- Conheça o mercado de comércio eletrônico:</strong><span style="text-decoration: underline;"> </span>O primeiro passo é definir qual é o mercado em que a empresa deseja atingir para avaliar o diferencial competitivo que irá estabelecer no relacionamento com os clientes. Compare seu objetivo com a concorrência, ou seja, analise os custos x benefícios de seus produtos, observe a política de desconto, estabeleça prazo e cobrança e veja que produtos podem competir com o mercado virtual.</p>
<p style="margin: 10px;"><strong>2- Registre-se: </strong>Escolha o domínio (<a href="http://www.suaempresa.com.br/">http://www.suaempresa.com.br/</a>) que sua empresa vai utilizar. A consulta pode ser feita pelo site: <a title="www.registro.br" href="http://www.registro.br/">http://www.registro.br/</a>. Se o nome desejado estiver liberado para registro é necessário fazer a reserva e compra do mesmo. O valor gira em torno de R$ 35,00, pago uma vez por ano e válido pelo mesmo período.</p>
<p style="margin: 10px;">Neste momento é hora de escolher também um bom provedor que irá hospedar (manter o site no ar) o portal de e-commerce. Este serviço deve incluir espaço ilimitado para envio de fotos, contas de e-mails e banco de dados sugerido MS SQL, o valor gira em torno de R$ 40,00 mensais.</p>
<p style="margin: 10px;">Outro quesito é a empresa que irá fornecer o site. Sempre opte por empresas que ofereçam o site e o software de gerenciamento da empresa integrado, pois um dos grandes problemas encontrados é o fato de ter de gerenciar em duplicidade o software de gestão e o site, ou seja, quando muda o valor de um produto o cliente precisa alterar no seu software de gestão e alterar no portal também, fazendo um trabalho duplicado. Com um produto integrado este serviço é feito uma única vez.</p>
<p style="margin: 10px;"><strong>3- Prepare os produtos: </strong>Defina quais produtos irá comercializar no comércio eletrônico, preparando todas as fotos, informações e descritivo completo de cada item.</p>
<p style="margin: 10px;"><strong>4- Meios de Pagamento: </strong>No mundo virtual a concorrência é grande, então é importante oferecer o maior número possível de opções de pagamentos para o usuário. Boleto, cartões de crédito e débito, transferências e outras opções. Quanto maior a forma de parcelamento melhor será para os resultados das vendas.</p>
<p style="margin: 10px;">Além de oferecer várias formas de pagamento é importante pensar na segurança das informações no momento da compra, então, sempre opte em ter um site que ofereça uma página segura no momento do registro dos dados do cartão.</p>
<p style="margin: 10px;"><strong>5- Divulgue seu e-commerce: </strong>Site no ar, diversos produtos cadastrados e várias opções de pagamento para o consumidor! Agora, o momento é de pensar na divulgação, pois apenas colocar o site no ar não significa que o mesmo trará resultados com vendas.</p>
<p style="margin: 10px;">As redes sociais estão ai para disseminar informações entre os usuários de internet e são ótimas opções para divulgação, além de baratas. No entanto, uma vez que se participa das redes sociais é necessário atenção e cuidado com o consumidor. A prestação de serviço deve ser impecável, pois comentários negativos podem acontecer, assim como boas indicações. Por isso, dê todo suporte necessário ao cliente, apresente seus produtos e conte as novidades da sua loja online.</p>
<p style="margin: 10px;">Além das redes sociais, fazer a indexação e otimização para sites de busca também é uma boa forma de divulgar o e-commerce.</p>
<p style="margin: 10px;"><strong>6- Bom atendimento e pós-venda: </strong>A excelência no atendimento e pós- venda é muito importante, pois a empresa deve se anteceder e emitir um comunicado para corrigir algum erro. Manter um formulário de avaliação do site é ótimo, assim o cliente opina sobre o desempenho da empresa para que ela corrija algumas falhas e não atrapalhe novas negociações.</p>
<p style="margin: 10px;">Fonte: <a href="http://www.empreendedor.com.br">http://www.empreendedor.com.br</a></p>
</div>
</div>
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		<title>Reputação empresarial</title>
		<link>http://cdi.blogsebrae.com.br/2011/03/01/reputacao-empresarial/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Mar 2011 17:48:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Fontanella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[Imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Microempresa]]></category>
		<category><![CDATA[Pequena empresa]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Mauro C. Tavares*  
Muitas vezes você usou a expressão reputação para caracterizar aspectos positivos ou negativos de uma pessoa. Pode-se entender que essa expressão corresponde quase sempre a um padrão de comportamento que reflete os nossos traços de identidade e de imagem construídos ao longo do tempo. Nem sempre é positiva, daí a necessidade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Mauro C. Tavares*  </strong></em></p>
<p>Muitas vezes você usou a expressão reputação para caracterizar aspectos positivos ou negativos de uma pessoa. Pode-se entender que essa expressão corresponde quase sempre a um padrão de comportamento que reflete os nossos traços de identidade e de imagem construídos ao longo do tempo. Nem sempre é positiva, daí a necessidade de adjetivá-la como boa ou má reputação.</p>
<p>Foi inspirada no comportamento de pessoas que surgiu a chamada reputação corporativa. Também no caso das empresas, a reputação se desenvolve a partir das práticas que refletem sua identidade e sua imagem e são mantidas ao longo do tempo. A sua construção se dá a partir da qualidade dos relacionamentos que a empresa mantém com seus empregados, clientes, fornecedores e demais stakeholders.</p>
<p>Cabe destacar que são as práticas gerenciais e o comportamento de colabores que tornam uma empresa um bom lugar para se trabalhar, uma boa provedora de produtos e serviços para os seus clientes, um bom investimento para os seus sócios e uma boa “cidadã” para a comunidade. Essas práticas formam a reputação. Assim, a reputação pode apresentar com muitas facetas.</p>
<p>A empresa pode ter uma má reputação por atrasar pagamentos de fornecedores e ser correta nesse aspecto com os funcionários. Pode participar de ações da comunidade e ao mesmo tempo agredir o meio ambiente. Administrar e manter uma boa reputação resulta da relação de parceria entre os colaboradores internos e os parceiros externos orientada por ações focadas na sustentabilidade.</p>
<p>Uma questão que deve ser levada em conta é que esse tipo de construção consome tempo. Uma ação isolada é insuficiente para se construir uma reputação. Ela depende de sua continuidade, permanência e coerência ao longo do tempo. A reputação pode ainda ser arranhada por acontecimentos involuntários como crises, acidentes, erros e sabotagens.</p>
<p>A outra questão que deve ser levada em conta é que alguns setores gozam de melhor reputação do que outros. Geralmente escolas possuem maior facilidade em desfrutar de uma boa reputação. Entre os setores visados negativamente estão aqueles que degradam o meio ambiente como mineradoras ou desempenham atividades que afetam a saúde, como ocorre com a indústria tabagista.</p>
<p>A construção da reputação de uma empresa deve envolver todos os aspectos e orientar suas atividades no sentido de integrar suas ações com as expectativas dos vários públicos, entre esses fornecedores, clientes e intermediários, com os quais a empresa mantém relações. É um trabalho de todos.</p>
<p>Entre as questões que afetam positivamente a reputação de uma empresa e de seus produtos, podem ser destacadas:</p>
<p>•    A orientação comunitária e societária.</p>
<p>•    Inovação.</p>
<p>•    Preocupação com o cliente.</p>
<p>•    Presença e sucesso no mercado.</p>
<p>•    Combinação de orientação local versus global.</p>
<p>•    Um bom local para se trabalhar.</p>
<p>•    Um bom local para se investir.</p>
<p>Se a empresa responde de maneira sensível a essas questões, por certo terá uma reputação melhor do que aquela que as negligencia. A reputação sinaliza a atratividade geral da empresa para consumidores, investidores, fornecedores e comunidade local. Uma reputação favorável produz benefícios concretos a longo prazo: preços superiores para os seus produtos, maior facilidade de acesso a fornecedores e canais de distribuição, menor custo de capital, maior produtividade no trabalho, maior lealdade dos clientes e apoio nos momentos difíceis. Daí a importância que todos participem dessa construção.</p>
<p>*Sociólogo e Mestre em Administração/UFMG, Doutor em Administração/USP e Especialista em Administração/FJP e Professor do Ietec.</p>
<p><strong>Fonte:</strong>  Revista Ietec &#8211; no. 32</p>
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		<title>Consumidor: Boca no trombone. Empresa: Ouvidos atentos</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 18:41:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Fontanella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Social]]></category>

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		<description><![CDATA[“Sua opinião é muito importante para nós”. Não há consumidor que nunca tenha ouvido essa frase. Seja através das gravações dos call centers ou dos cartazes fixados na loja, a ideia das empresas é mostrar, através do tradicional slogan, que a interação do cliente com a marca é fundamental para o sucesso da mesma. Por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-880" title="moni" src="http://cdi.blogsebrae.com.br/files/2010/10/moni.jpg" alt="moni" width="207" height="75" />“Sua opinião é muito importante para nós”. Não há consumidor que nunca tenha ouvido essa frase. Seja através das gravações dos call centers ou dos cartazes fixados na loja, a ideia das empresas é mostrar, através do tradicional slogan, que a interação do cliente com a marca é fundamental para o sucesso da mesma. Por outro lado, na maioria das vezes, o jargão é visto de forma negativa pelos clientes, que além de enfrentarem barreiras para se comunicar com as companhias, não veem sua opinião atendida.<br />
É fato também que a cada dia que passa o modelo adotado pelas centrais e departamentos de atendimento ao consumidor fica mais ultrapassado. Aquele padrão de empresa que disponibiliza um número de telefone para que os clientes entrem em contato já não funciona mais. Seguir esse modelo é quase um suicídio no mundo coorporativo.</p>
<p>A boa notícia é que esse cenário já começou a mudar! Site, telefone, e-mail, SMS, Twitter, videoatendimento, chat, Orkut&#8230; portas e mais portas. É assim que as empresas comprometidas estão “ouvindo” os consumidores, ou melhor, se relacionando de forma próxima com eles.</p>
<p>Confira <a href="http://consumidormoderno.uol.com.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=2202:consumidor-boca-no-trombone-empresa-ouvidos-atentos&amp;catid=78:home-page">aqui</a> a matéria completa e fique por dentro dessas mudanças tecnológicas na comunicação empresarial com seus clientes.</p>
<p>Por Marcelo Pugliesi, Revista Consumidor Moderno.</p>
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		<title>O pequeno manual de etiqueta de networking</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 19:02:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Fontanella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[Networking]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproveite neste artigo as dicas de uma empresa especialista em gestão de carreira e de talentos, e aprenda como fazer e aproveitar melhor os contatos em eventos.
Esteja certo de que fazer networking envolve muito mais do que uma simples troca de cartões.
Aproveite esse momento para criar uma rede de contatos forte que venha a agregar algo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveite neste artigo as dicas de uma empresa especialista em gestão de carreira e de talentos, e aprenda como fazer e aproveitar melhor os contatos em eventos.</p>
<p>Esteja certo de que fazer <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI149088-17180,00-O+PEQUENO+MANUAL+DE+ETIQUETA+DE+NETWORKING.html">networking </a>envolve muito mais do que uma simples troca de cartões.</p>
<p>Aproveite esse momento para criar uma rede de contatos forte que venha a agregar algo a mais ao seu negócio.</p>
<p>Fonte: Site Revista PEGN, 21/06/2010</p>
<p><!-- Cr�ditos --></p>
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		<title>Empresas usam a criatividade para não parar durante a Copa</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 13:10:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Fontanella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Pequena empresa]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas das empresas de São Paulo e Rio de Janeiro optaram por permanecerem abertas nos dias de jogo da Copa, para isso, estão se utilizando de estratégias bem criativas para estimular a participação de seus empregados e atrair os clientes.
 Fonte:  Agência Sebrae de Notícias
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas das empresas de São Paulo e Rio de Janeiro optaram por permanecerem abertas nos dias de jogo da <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI146476-17180,00-EMPRESAS+USAM+A+CRIATIVIDADE+PARA+NAO+PARAR+DURANTE+A+COPA.html">Copa</a>, para isso, estão se utilizando de estratégias bem criativas para estimular a participação de seus empregados e atrair os clientes.</p>
<address> Fonte:  Agência Sebrae de Notícias</address>
]]></content:encoded>
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		<title>Elas lucram com produtos gratuitos</title>
		<link>http://cdi.blogsebrae.com.br/2010/05/19/elas-lucram-com-produtos-gratuitos/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 17:58:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Fontanella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[Duas lojas abrem suas portas no país com o formato “clube do grátis”: membros cadastrados retiram produtos gratuitamente apenas relatando sua experiência de uso
É com este propósito que as lojas Clube Amostra Grátis e a Sample Central abrirão suas portas aqui no Brasil.  Elas utilizam o conceito tryvertising (junção dos termos try e advertising, que significam teste e propaganda), que é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address>Duas lojas abrem suas portas no país com o formato “clube do grátis”: membros cadastrados retiram produtos gratuitamente apenas relatando sua experiência de uso</address>
<p>É com este propósito que as lojas <a href="http://www.clubeamostragratis.com.br/">Clube Amostra Grátis </a>e a <a href="http://www.samplecentral.com.br/">Sample Central</a> abrirão suas portas aqui no Brasil.  Elas utilizam o conceito <strong>tryvertising</strong> (junção dos termos try e advertising, que significam teste e propaganda), que é a familiarização do cliente com o produto através do seu teste. O consumidor testa o produto e dá a sua opinião<strong>,</strong> e em troca, poderá ganhar produtos com valor de até R$ 100 da loja. </p>
<p>Entenda melhor &#8220;<a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI139574-17180,00-ELAS+LUCRAM+COM+PRODUTOS+GRATUITOS.html">como lucrar com o grátis</a>&#8220;.</p>
<p>Fonte: <a href="http://revistapegn.globo.com">Notícias Pequenas Empresas Grandes Negócios</a>, 11/05/2010</p>
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		<title>Como voar no Twitter. A sua empresa pode tirar proveito da rede social do pássaro azul — tudo em 140 caracteres por mensagem</title>
		<link>http://cdi.blogsebrae.com.br/2010/04/22/como-voar-no-twitter-a-sua-empresa-pode-tirar-proveito-da-rede-social-do-passaro-azul-%e2%80%94-tudo-em-140-caracteres-por-mensagem/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 13:58:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Fontanella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Social]]></category>

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		<description><![CDATA[O Twitter está sendo identificado pelas empresas, como uma grande ferramenta de relacionamento com os clientes. O Brasil, segundo maior país com participantes na rede (8%), tem a terceira posição de tweets (mensagens de até 140 caracteres) enviados.
Veja aqui as dicas e orientações da Revista PEGN para você utilizar a rede social em seu negócio. 
Fonte: Revista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4><span style="color: #000000;">O Twitter está sendo identificado pelas empresas, como uma grande ferramenta de relacionamento com os clientes. O Brasil, segundo maior país com participantes na rede (8%), tem a terceira posição de tweets (mensagens de até 140 caracteres) enviados.</span></h4>
<h4><span style="color: #000000;">Veja <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI125230-17156,00-COMO+VOAR+NO+TWITTER.html">aqui</a> as dicas e orientações da Revista PEGN para você utilizar a rede social em seu negócio. </span></h4>
<h4><span style="color: #000000;">Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios. Ed. 254, mar./2010</span></h4>
]]></content:encoded>
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