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	<title>Blog da Biblioteca do Empreendedor &#187; Frases e Reflexões</title>
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		<title>As três árvores</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 11:36:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Margarete Beccari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Frases e Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[Havia no alto de uma montanha três árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes.
A primeira olhando as estrelas disse:
- Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros.
A segunda, olhando o riacho suspirou:
- Eu quero ser um navio grande para transportar reis e rainhas.
A terceira, olhou o vale e disse:
- [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Havia no alto de uma montanha três árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes.</p>
<p>A primeira olhando as estrelas disse:<br />
- Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros.</p>
<p>A segunda, olhando o riacho suspirou:<br />
- Eu quero ser um navio grande para transportar reis e rainhas.</p>
<p>A terceira, olhou o vale e disse:<br />
- Quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto que as pessoas ao olharem para mim levantem os olhos e pensem em Deus.</p>
<p>Muitos anos se passaram e, certo dia, três lenhadores cortaram as árvores que estavam ansiosas em ser transformadas naquilo que sonhavam. Mas os lenhadores não costumavam ouvir ou entender de sonhos&#8230; Que pena&#8230;</p>
<p>A primeira árvore acabou sendo transformada em um cocho de animais coberto de feno.</p>
<p>A segunda virou um simples barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias.</p>
<p>A terceira foi cortada em grossas vigas e colocada de lado num depósito.</p>
<p>Então, desiludidas e tristes, as três perguntaram:<br />
- Por que isso?<br />
Entretanto, numa bela noite, cheia de luz e estrelas, uma jovem mulher colocou seu bebê recém-nascido naquele cocho de animais e, de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.</p>
<p>A segunda árvore estava transportando um homem que acabou por dormir no barco em que se transformara. E quando a tempestade quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse:<br />
- Paz!<br />
E num relance, a segunda árvore entendeu que estava transportando o rei do céu e da terra.</p>
<p>Tempos mais tarde, numa sexta feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Logo sentiu-se horrível e cruel.</p>
<p>Mas logo no domingo seguinte, o mundo vibrou de alegria. E a terceira árvore percebeu que nela havia sido pregado um homem para a salvação da humanidade, e que as pessoas sempre se lembrariam de Deus e de seu filho ao olharem para ela.</p>
<p>As árvores haviam tido sonhos e desejos, mas, sua realização foi mil vezes maior do que haviam imaginado.</p>
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		<title>Ótimo é inimigo do bom?</title>
		<link>http://cdi.blogsebrae.com.br/2010/01/13/otimo-e-inimigo-do-bom/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 17:24:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Margarete Beccari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[Frases e Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa famosa expressão do mundo corporativo pode ser, na verdade, o cúmplice do péssimo. Leia mais detalhes. 
Durante as últimas décadas – antes, portanto, da atual crise justificar todo tipo de abuso – tem prosperado entre nós um desses movimentos que nascem tímidos, crescem, avançam e, quando nos damos conta, assumem o comando e ditam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa famosa expressão do mundo corporativo pode ser, na verdade, o cúmplice do péssimo. Leia mais detalhes. </p>
<p>Durante as últimas décadas – antes, portanto, da atual crise justificar todo tipo de abuso – tem prosperado entre nós um desses movimentos que nascem tímidos, crescem, avançam e, quando nos damos conta, assumem o comando e ditam as regras dos nossos negócios e até das nossas vidas.</p>
<p>Um movimento que nasce de um ditado “popular” de origem aparentemente desconhecida (ao menos pra mim), e que vai conquistando espaço na cabeça das pessoas mais conservadoras ou complacentes, vira mantra no discurso de executivos, marqueteiros e publicitários práticos ou cínicos e alcança, por fim, toda a estrutura das nossas vidas e organizações, incluindo sua direção.</p>
<p>Com o tempo, o que era tático passou a ser estratégico, uma iniciativa esporádica e pontual tornou-se, então, uma forma esperta (ou, como preferem alguns, “criativa”) e permanente de viabilização de ações e objetivos previstos nos planejamentos das empresas, passando, por fim, a constituir a própria estratégia e a condicionar, no nascedouro, toda a sua construção: “o ótimo é inimigo do bom”; “o ótimo é inimigo do bom”; “o ótimo…”.</p>
<p>Passou-se, em seguida, a esgarçar todas as fronteiras, a buscar formas sempre mais “criativas” de viabilizar estratégias e ações, a aceitar, sem constrangimento, benefícios discutíveis por custos indiscutíveis, a trocar, enfim, o tal ótimo, aparentemente inútil e “inacessível”, pelo bom, inofensivo, manso e certamente possível. O resultado, embora cantado em verso e prosa, passou a ser apenas um detalhe. Um detalhe.</p>
<p>A partir disso, estimulado pela competitividade crescente e pela busca insaciável de produtividade (“produtividade”!?), o mercado em geral, e o nosso de forma mais particular, condicionou-se a aceitar todo tipo de restrição e toda sorte de pressão no sentido de esquecer, abandonar, sepultar o ótimo. “Precisamos ser criativos!!!” – todos já devem ter ouvido esta frase um dia. Algumas vezes, com certeza, acompanhada do irresistível e prático “afinal, o ótimo é inimigo do bom!”.</p>
<p>Bom… Assim fomos avançando, mercado e sociedade, primeiro aceitando o louvado “bom” em lugar do irritante “ótimo”. Depois, com um empurrão aqui e uma “flexibilizadinha” ali, passamos a aceitar o “regular” no lugar do “bom”, afinal ele também é inimigo do “ótimo” e, ao que parece, tem algum parentesco com o “bom”.</p>
<p>Por fim, afrouxados, “criativos” e algumas vezes ameaçados, acabamos por engolir o “péssimo”, que, cúmplice do “bom” e do “regular”, odeia e despreza o “ótimo” e topa qualquer parada.</p>
<p>Infelizmente, é bem fácil constatar a previsível vitória do tal “bom”, com sua frouxidão, sua complacência e sua inesgotável flexibilidade. Basta olharmos à nossa volta, lermos um jornal ou uma revista, assistirmos à televisão, navegarmos pela internet: aceitamos o péssimo político, cínico e inatingível, com suas péssimas práticas; aceitamos o péssimo jornalista e a péssima relação de seus veículos com a verdade; aceitamos também, é claro, os péssimos publicitários e sua péssima, ineficaz e dispendiosa propaganda; aceitamos inclusive, e, em alguns casos até os cultivamos, os péssimos fregueses, com seu desrespeito cotidiano pelo nosso tempo, pelo nosso trabalho e, claro, pela integridade dos nossos negócios.</p>
<p>Esta lista, aparentemente, não tem fim e pode incluir ainda os péssimos e incensados jogadores de futebol; os péssimos músicos e seus péssimos discos. Você, certamente, também tem sua lista de péssimos. Faça um pequeno esforço. Que tal as dez campanhas “mais” péssimas da história? Não vale propaganda de cerveja. Ou os dez políticos “mais” péssimos do país? As dez músicas, companhias aéreas, agências, restaurantes, filmes, etc.</p>
<p>Mas, lembremos, nós é que construímos tudo isso. Nós é que contribuímos para esta degradação. Todos somos cúmplices. E o que nasceu de um ditado estúpido, repetido estupidamente pelas ruas, estádios, congressos e, claro, empresas, com seus corredores povoados de gente complacente e arrivista, tornou-se uma verdade esmagadora, um sinal dos nossos tempos mesquinhos e desinteressantes, em que desvalorizamos e atacamos uma ótima idéia ou um trabalho ótimo apenas porque eles são os maiores inimigos da nossa enorme preguiça ou, pior, do nosso ilimitado medo.</p>
<p>Assim, creio, está mais do que na hora de começarmos a reverter este péssimo quadro. Que tal invertermos o tal ditado? Que tal repetirmos milhões de vezes, até acreditarmos: “o bom é inimigo do ótimo!”? Será um ótimo começo. Aí, quando você vir alguma coisa “apenas” boa, pense em como seria se ela fosse ótima. Exija um pouco mais. Aceite que ela possa, eventualmente, até custar também um pouco mais, mas exija, insista, que seu resultado também seja um “pouco melhor”, ou que, no mínimo, ele seja realmente bom.</p>
<p>Fonte: <a href="http://br.hsmglobal.com/">HSM Online</a></p>
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		<title>Feliz Natal</title>
		<link>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/12/22/feliz-natal/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 11:20:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Margarete Beccari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Frases e Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando as luzes do Natal se acendem, nossos corações também se enchem de luz para comemorar mais uma vez o nascimento de um homem que passou a vida tentando ensinar a todas as pessoas o sentido da palavra amor.
Que Jesus Cristo abençoe a sua vida para que o Espírito Santo de Deus esteja cada vez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando as luzes do Natal se acendem, nossos corações também se enchem de luz para comemorar mais uma vez o nascimento de um homem que passou a vida tentando ensinar a todas as pessoas o sentido da palavra amor.<br />
Que Jesus Cristo abençoe a sua vida para que o Espírito Santo de Deus esteja cada vez mais vivo dentro do seu coração.<br />
Desejo que você celebre este dia<br />
com todas as honras que ele merece e que você sinta toda a alegria do Natal em seu coração.</p>
<p>Feliz Natal e um lindo Ano Novo!!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Atender bem o cliente&#8230; Pequenas Coisas</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 15:16:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Margarete Beccari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Frases e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Atendimento ao cliente]]></category>

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		<description><![CDATA[Um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal: estes
quatro elementos fazem parte de uma das melhores histórias sobre
atendimento que conhecemos.
Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu
procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos,
avistou um letreiro luminoso com o nome: Hotel Venetia. Quando chegou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal: estes<br />
quatro elementos fazem parte de uma das melhores histórias sobre<br />
atendimento que conhecemos.</p>
<p>Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu<br />
procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos,<br />
avistou um letreiro luminoso com o nome: Hotel Venetia. Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave.</p>
<p>Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente: &#8220;-<br />
Bem-vindo ao Venetia!&#8221; Três minutos após essa saudação, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com os<br />
procedimentos: tudo muito rápido e prático.</p>
<p>No quarto, uma discreta opulência; uma cama, impecavelmente limpa,<br />
uma lareira, um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada<br />
sobre a lareira, para ser riscado. Era demais! Aquele homem que<br />
queria um quarto apenas para passar a noite, começou a pensar que<br />
estava com sorte.</p>
<p>Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no momento do registro). A refeição foi tão deliciosa, como tudo o que tinha experimentado, naquele local, até então. Assinou a conta e retornou para o quarto. Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira.</p>
<p>Qual não foi a sua surpresa! Alguém havia se antecipado a ele, pois<br />
havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava preparada,<br />
os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um. Que<br />
noite agradável aquela!</p>
<p>Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar,<br />
vindo do banheiro. Saiu da cama para investigar. Simplesmente uma<br />
cafeteira ligada por um timer automático, estava preparando o seu<br />
café e, junto um cartão que dizia: &#8220;Sua marca predileta de café. Bom<br />
apetite!&#8221; Era mesmo! Como eles podiam saber desse detalhe?</p>
<p>De repente, lembrou-se: no jantar perguntaram qual a sua marca<br />
preferida de café.<br />
Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um<br />
jornal.</p>
<p>&#8220;Mas, como pode?! É o meu jornal! Como eles adivinharam?&#8221; Mais uma<br />
vez, lembrou-se de quando se registrou: a recepcionista havia<br />
perguntado qual jornal ele preferia.</p>
<p>O cliente deixou o hotel encantando. Feliz pela sorte de ter ficado<br />
num lugar tão acolhedor. Mas, o que esse hotel fizera mesmo de<br />
especial?</p>
<p>Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café<br />
e um jornal.</p>
<p>Nunca se falou tanto na relação empresa-cliente como nos dias de<br />
hoje. Milhões são gastos em planos mirabolantes de marketing e, no<br />
entanto,o cliente está cada vez mais insatisfeito, mais desconfiado.<br />
Mudamos o layout das lojas, pintamos as prateleiras, trocamos as<br />
embalagens, mas esquecemos-nos das pessoas.</p>
<p>O valor das pequenas coisas conta, e muito. A valorização do<br />
relacionamento com o cliente. Fazer com que ele perceba que é um<br />
parceiro importante!</p>
<p>Isto vale também para nossas relações pessoais (namoro, amizade,<br />
família, casamento) enfim pensar no outro como ser humano é sempre<br />
uma satisfação para quem doa e para quem recebe. Seremos muito mais<br />
felizes, pois a verdadeira felicidade estão nos gestos mais simples<br />
de nosso dia-a-dia e na maioria das vezes passamos desapercebidos.</p>
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		<item>
		<title>7 passos para você fazer o que ama</title>
		<link>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/11/10/7-passos-para-voce-fazer-o-que-ama/</link>
		<comments>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/11/10/7-passos-para-voce-fazer-o-que-ama/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 08:52:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Margarete Beccari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Frases e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching]]></category>

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		<description><![CDATA[
As grandes mudanças ocorrem quando as pessoas estão profundamente apaixonadas, e tem um grande amor pelo que fazem.
Se deseja fazer alguma diferença no mundo, a única e mais importante coisa que você pode fazer é escolher conscientemente e deliberadamente trabalhar naquilo que você é apaixonado.
Nenhuma outra escolha terá um maior impacto no planeta, ou em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>As grandes mudanças ocorrem quando as pessoas estão profundamente apaixonadas, e tem um grande amor pelo que fazem.</p>
<p>Se deseja fazer alguma diferença no mundo, a única e mais importante coisa que você pode fazer é escolher conscientemente e deliberadamente trabalhar naquilo que você é apaixonado.<span id="more-488"></span></p>
<p>Nenhuma outra escolha terá um maior impacto no planeta, ou em sua vida.</p>
<p>Se o seu trabalho é chato, você provavelmente não causará muito impacto. Você pode até oferecer algum valor para as pessoas. Suficiente para pagar seu aluguel, suficiente para sobreviver. Mas não provocaria mudanças. E certamente não inspiraria outras pessoas. Se o seu trabalho é chato, as chances são de você fazer só o suficiente para não ser demitido.</p>
<p>Mas se o seu trabalho instiga você, o mantém motivado até tarde da noite, e te completa, você fará mais. Você se entregará completamente. Investirá todo seu tempo nisso, com mais energia, mais paixão. Porque vale a pena. É gratificante.</p>
<blockquote><p>As grandes mudanças ocorrem quando as pessoas estão profundamente apaixonadas, e tem um grande amor pelo que fazem.</p></blockquote>
<p>No fim do dia pensará: “Meu tempo foi bem gasto hoje.”</p>
<p>Portanto, a verdadeira questão não é se deve ou não fazer o trabalho chato ou passional. A questão é como começar.</p>
<h4><span style="color: #000080">Os 7 passos para começar a ser pago para fazer o que ama:</span></h4>
<h4><span style="color: #3366ff">1. Encontre sua paixão</span></h4>
<p>Isso é sobre o seu grande amor, e que o faz vivo. Para começar, pergunte: “Pelo que eu sou louco?” “Sobre o que eu poderia falar por horas?” e “O que eu faria de graça?</p>
<h4><span style="color: #3366ff">2. Encontre seus pontos fortes</span></h4>
<p>O que estamos procurando são coisas que você é naturalmente bom, e que te acompanham desde o nascimento. Isto é sobre a contribuição dos seus dons para o mundo. Pra começar, procure seus amigos, família ou colegas e pergunte a eles três coisas em que você é naturalmente talentoso.</p>
<h4><span style="color: #3366ff">3. Encontre seu valor</span></h4>
<p>Encontrar a intersecção entre o que você é bom e o que as pessoas estão dispostas a pagar a você é o que fará toda a diferença. Se você não encontrar uma forma de ser pago para fazer o que ama, os próximos passos não serão muito úteis. Então vale a pena gastar algum tempo para descobrir isso. Pra começar, pense sobre os benefícios que você dará as pessoas contribuindo com seu valor. Procure por necessidades reais das pessoas, e que tenham relação com o valor que você está oferecendo.</p>
<h4><span style="color: #3366ff">4. Comprometa-se</span></h4>
<p>Eu acredito, que mais do que qualquer outra razão, as pessoas falham no caminho do sucesso quando não se comprometem. Pensar “eu não sei” ou “talvez um dia” não levarão você ao ponto de fazer o que ama para viver. É preciso um forte comprometimento para fazer essa mudança em si mesmo. Em vez de pensar “Eu não sei”, pense “Eu vou descobrir”. Lembre-se, grandes jornadas começam com o primeiro passo.</p>
<h4><span style="color: #3366ff">5. Permita que aconteça</span></h4>
<p>Por mais que você queira fazer essa mudança em si mesmo, pode ser difícil abandonar velhos padrões de pensamento e comportamento. Geralmente pensamos que “trabalho não deve ser divertido” ou que “devemos suportá-lo”. Derrubar estas crenças pode ser difícil, mas avançar em uma nova direção com certeza vale a pena.</p>
<h4><span style="color: #3366ff">6. O que você abandonará?</span></h4>
<p>Você pode estar pensando que não tem tempo para encarar uma nova empreitada, e você está certo. Você não terá tempo até que você arrume tempo. Há muitas coisas que colocamos em nossas agendas que achamos que temos que fazer. Mas na verdade, nosso mundo não desmoronaria se escolhessemos fazer outra coisa. Faça uma lista de todas as atividades que consomem seu tempo e que serão abandonadas para que você tenha o tempo suficiente para a nova jornada.</p>
<h4><span style="color: #3366ff">7. Você dirá Sim a si mesmo?</span></h4>
<p>Você pode querer se tornar um escritor, dentista, conselheiro, pintor ou palestrante. Se você sabe que é isso que pretende fazer e que dará significado a sua vida, então permita ser assim chamado, mesmo não estando ainda estabelecido. Mesmo se você não faça disso uma profissão em tempo integral. <span style="color: #ff6600"><span style="text-decoration: underline">Abrace sua paixão, completamente e sem reservas</span></span>.</p>
<p>Embora há mais em sua jornada do que esses sete passos, este será um grande começo. Clareza e compromisso são os maiores passos, o resto é fácil. Um passo de cada vez.</p>
<p>Você chegará lá. Ninguém poderá impedi-lo se você realmente desejar algo.</p>
<p>E lembre-se, o mundo precisa que você faça o que ama. Nada mais pode gerar mudança, ou ter um impacto maior.</p>
<p>Dê-se permissão. Precisamos de seus dons.</p>
<p><strong>Nota do Editor:</strong><br />
Este artigo foi publicado no <a title="Zumk" href="http://www.zumk.com.br/" target="_blank">Blog Zumk</a> de Robson Zumkeller e posteriormente publicado no Blog do <a title="Pto de Contato" href="http://ptodecontato.wordpress.com/" target="_blank">Pto de Contato</a> e do <a title="Super Empreendedores" href="http://www.superempreendedores.com/" target="_blank">Super Empreendedores</a>.</p>
<p><em>Este artigo foi traduzido e adaptado do post <a title="The World Needs You to Do What You Love" href="http://feedproxy.google.com/~r/zenhabits/~3/l5_VKogCK0w/" target="_blank">The World Needs You to Do What You Love</a> de <a title="Illuminated Mind" href="http://illuminatedmind.net/" target="_blank">Jonathan Mead</a>.</em></div>
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		</item>
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		<title>Reflexão do dia</title>
		<link>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/11/09/484/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 09:08:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Margarete Beccari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Frases e Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Enquanto estiver vivo, sinta-se vivo. Se sentir saudades do que fazia, volte a fazê-lo. Não viva de fotografias amareladas&#8230; Continue, quando todos esperam que desistas. Não deixe que enferruje o ferro que existe em você. Faça com que em vez de pena, tenham respeito por você. Quando não conseguir correr através dos anos, trote. Quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Enquanto estiver vivo, sinta-se vivo. Se sentir saudades do que fazia, volte a fazê-lo. Não viva de fotografias amareladas&#8230; Continue, quando todos esperam que desistas. Não deixe que enferruje o ferro que existe em você. Faça com que em vez de pena, tenham respeito por você. Quando não conseguir correr através dos anos, trote. Quando não conseguir trotar, caminhe. Quando não conseguir caminhar, use uma bengala. Mas nunca se detenha&#8221; [<a href="http://www.frasesfamosas.com.br/de/madre-teresa-de-calcuta.html">Madre Teresa de Calcutá</a>]</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>A estória do milho</title>
		<link>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/09/22/a-estoria-do-milho/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 20:07:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Margarete Beccari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Frases e Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[Um fazendeiro que entendia muito bem da arte de cultivar, no seu mais amplo sentido. Todo ano ele estava com seu milho na feira e ganhava uma fita azul.
 Uma vez um repórter de jornal o entrevistou e aprendeu algo interessante sobre como ele cultivava seu milho. Descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um fazendeiro que entendia muito bem da arte de cultivar, no seu mais amplo sentido. Todo ano ele estava com seu milho na feira e ganhava uma fita azul.<span id="more-101"></span></p>
<p> Uma vez um repórter de jornal o entrevistou e aprendeu algo interessante sobre como ele cultivava seu milho. Descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do seu milho com seus vizinhos.</p>
<p> Intrigado o repórter lhe perguntou: _ “Como  pode você se dispor a compartilhar sua melhor semente de milho com seus vizinhos, uma vez que eles estão competindo com você todo ano? Por quê? Disse o fazendeiro.</p>
<p> “Então você não sabe? É que o pólen do milho maduro é levado através do vento de campo para campo. Se meus vizinhos cultivam milho inferior, polinização continuada degradará a qualidade do meu milho. Assim, se eu desejar cultivar milho de boa qualidade, tenho que ajudar meus vizinhos a cultivar milho bom.”</p>
<p> Aquele fazendeiro estava atento às conectividades e interdependências da vida.</p>
<p>O milho dele não seria de boa qualidade, a menos que o milho do vizinho também fosse.</p>
<p> Isso também acontece em outras situações da vida:</p>
<p>-Aquele que escolhe estar em paz deve fazer com que seus vizinhos igualmente estejam em paz.</p>
<p>-Aquele que quer viver bem deve ajudar os outros para que também vivam bem.</p>
<p>-Aquele que quer ser feliz tem que ajudar os outros a achar a felicidade, pois o bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos.</p>
<p> Quando descobrimos a arte de cultivar, saberemos que quanto mais as coisas se espalharem mais elas nos beneficiarão.</p>
<p> Assim, se ainda não temos o hábito do cultivo compartilhado, façamos essa experiência e veremos que os resultados serão sempre favoráveis.</p>
<p> Anônimo</p>
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