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	<title>Blog da Biblioteca do Empreendedor</title>
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		<title>Seja um empreendedor digital</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 00:34:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Fontanella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você é comerciante e ainda não vende seus produtos ou serviços pela internet, fique atento, essa pode ser uma boa oportunidade para você. Em poucos anos a web será o principal ambiente para a realização de compras e quem não estiver preparado, vai perder a oportunidade de expandir ou até mesmo manter as vendas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=";float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2FITAgL9&amp;via=Sebrae_SC&amp;text=Seja%20um%20empreendedor%20digital&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fcdi.blogsebrae.com.br%2F2012%2F04%2F15%2Fseja-um-empreendedor-digital%2F" class="twitter-share-button" target="_blank"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://cdi.blogsebrae.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p style="margin: 10px;">Se você é comerciante e ainda não vende seus produtos ou serviços pela internet, fique atento, essa pode ser uma boa oportunidade para você. Em poucos anos a web será o principal ambiente para a realização de compras e quem não estiver preparado, vai perder a oportunidade de expandir ou até mesmo manter as vendas. A democratização da banda larga, somada ao bom momento econômico do país, tem contribuído de forma intensa para o aumento das compras online. Um levantamento realizado pelo IBOPE em 2011 identificou que este crescimento tem acontecido num ritmo de cerca de 30% ao ano. Além disso, apesar de 70% das compras realizadas ainda estarem concentradas nas classes A e B, a classe C já é responsável por 23% das compras online, segundo dados do estudo Target Group Index (fevereiro 2010 a janeiro de 2011).</p>
<p style="margin: 10px;">Para o lojista não naufragar, o segredo está em ficar atento às tendências deste mercado e ao comportamento do usuário. Por exemplo, a ‘mobilidade’ é a grande aposta do comércio eletrônico, impulsionada pelo uso cada vez mais frequente de dispositivos móveis como celulares smartphones e tablets. Para atender esta demanda, as lojas online precisam estar preparadas para atuar na plataforma móvel. Mais do que isso, as lojas que não se adaptarem nos próximos quatro anos poderão ter dificuldades em sustentar suas vendas nos canais eletrônicos.</p>
<p style="margin: 10px;">As redes sociais também estão entre as grandes tendências para o comércio eletrônico em 2012. Porém, é necessário o uso inteligente do canal, sem restringir a atuação ao uso de banners e anúncios nos veículos sociais como o Facebook, por exemplo. O segredo está em criar engajamento com seus clientes, gerando um diálogo. Isso pode ser feito de diversas maneiras; cada lojista precisa descobrir como ser relevante na conversa com seu público, seja por meio de aplicativos, games, concursos ou virais para conquistar clientes e seguidores. As compras coletivas também são um ótimo recurso para atingir novos públicos e ampliar a visibilidade de seus negócios. Com aproximadamente um ano e meio de forte atuação no Brasil, esses grupos já contabilizam milhares de usuários. Um conselho: planeje muito bem, saiba qual é o custo financeiro da ação e como você irá se preparar para a demanda excedente.</p>
<p style="margin: 10px;">O lojista também precisa estar atento às discussões em curso no congresso, como a Lei de Proteção de Dados, Marco Civil da Internet e a Lei de Crimes na Internet. Se aprovados, estes projetos sem dúvida irão impactar o comércio eletrônico no Brasil. Órgãos como o Procon, Ministério Público e ONGs já estão atuando, mas também devem aumentar a atenção ao setor.</p>
<p style="margin: 10px;">Segurança é outro tópico fundamental a ser observado pelos lojistas. Os usuários buscam cada vez mais conveniência, opções de pagamento e, principalmente, um sistema seguro – e quando encontram, tornam-se fiéis à loja. Os sistemas de pagamento online estão ganhando cada vez mais adeptos por oferecerem um alto nível de segurança, além de serem interessantes para os pequenos empresários, já que possuem políticas de proteção aos lojistas e consumidores.</p>
<p style="margin: 10px;">Confira abaixo algumas dicas para garantir o sucesso dos negócios na web:</p>
<p style="margin: 10px;">· Disponibilize mecanismos de busca que permitem a rápida localização e pesquisa de produtos</p>
<p style="margin: 10px;">· Ofereça informações detalhadas e claras sobre os produtos, incluindo fotos e/ou vídeos. O consumidor gosta do comércio online justamente pelo fato de poder analisar com calma as características e detalhes técnicos do item que pretende adquirir</p>
<p style="margin: 10px;">· As opções de pagamento devem estar facilmente visíveis. Além disso, procure optar por aquelas que ofereçam operações rápidas, seguras e de preferência que mantenham a confidencialidade máxima dos dados financeiros dos consumidores</p>
<p style="margin: 10px;">· Informe o tempo médio para entrega e sempre respeite os prazos</p>
<p style="margin: 10px;">· Permita a escrita e visualização de resenhas sobre os produtos uma vez que facilita os consumidores no momento da escolha</p>
<p style="margin: 10px;">· O website deve ser objetivo, simples e de fácil acesso, pois também precisa atender a demanda por acesso móvel</p>
<p style="margin: 10px;">Em resumo, qualidade de serviço e personalização do atendimento são itens essenciais para garantir o sucesso do seu negócio também no ambiente virtual.</p>
<p style="margin: 10px;"><strong>Autor: Mario Mello</strong> <em>é presidente do PayPal no Brasil, líder mundial em pagamentos online.</em></p>
<p style="margin: 10px;"><em><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.empreendedor.com.br/artigo/seja-um-empreendedor-digital">Empreendedor</a></em></p>
<p style="margin: 10px;"> </p>
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		<title>UBRAFE lança Calendário 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 00:04:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Margarete Beccari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação para a micro e pequena empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Feiras]]></category>

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		<description><![CDATA[Estimativa de crescimento do mercado brasileiro de promoção comercial é de 11,6% em 2012; atividade deve reunir 50 mil empresas expositoras em 23 cidades pelo país. 
A UBRAFE – União Brasileira dos Promotores de Feiras – lançou a edição 2012 do Calendário “Principais Feiras de Negócios do Brasil”, considerado a maior referência de promoção comercial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=";float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2FGCkR3m&amp;via=Sebrae_SC&amp;text=UBRAFE%20lan%C3%A7a%20Calend%C3%A1rio%202012&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fcdi.blogsebrae.com.br%2F2012%2F03%2F19%2Fubrafe-lanca-calendario-2012%2F" class="twitter-share-button" target="_blank"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://cdi.blogsebrae.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p><img src="http://cdi.blogsebrae.com.br/files/2012/03/UBRAFE.jpg" alt="UBRAFE" title="UBRAFE" width="316" height="188" class="aligncenter size-full wp-image-1075" />Estimativa de crescimento do mercado brasileiro de promoção comercial é de 11,6% em 2012; atividade deve reunir 50 mil empresas expositoras em 23 cidades pelo país. </p>
<p>A UBRAFE – União Brasileira dos Promotores de Feiras – lançou a edição 2012 do Calendário “Principais Feiras de Negócios do Brasil”, considerado a maior referência de promoção comercial para empresas de todos os portes. Um dos destaques foi a estimativa de crescimento de 11,6% do setor em 2012, que passará das atuais 180 para 201 grandes feiras de negócios no País, número recorde desde o início da contagem, em 1992. Vale lembrar que relação completa e atualizada poderá ser acessada no site <a href="http://www.ubrafe.org.br/">www.ubrafe.org.br </a>até o final deste ano.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ubrafe.org.br/">http://www.ubrafe.org.br/</a></p>
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		<title>Vantagens de uma empresa individual</title>
		<link>http://cdi.blogsebrae.com.br/2012/03/13/vantagens-de-uma-empresa-individual/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 08:45:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Margarete Beccari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[Informação para a micro e pequena empresa]]></category>
		<category><![CDATA[EIRELI]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa individual]]></category>

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		<description><![CDATA[A EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada) foi aprovada através da Lei 12.441/11,e passou a vigorar em todo o território nacional em janeiro deste ano. Antes desta Lei, a anterior, abrangida pelo Código Civilatravés da Lei 10.406/02, englobava apenas as empresas individuais de responsabilidade ilimitada, já que não havia previsão legal de limitação deresponsabilidade a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=";float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2FyCr0X8&amp;via=Sebrae_SC&amp;text=Vantagens%20de%20uma%20empresa%20individual&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fcdi.blogsebrae.com.br%2F2012%2F03%2F13%2Fvantagens-de-uma-empresa-individual%2F" class="twitter-share-button" target="_blank"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://cdi.blogsebrae.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>A EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada) foi aprovada através da Lei 12.441/11,e passou a vigorar em todo o território nacional em janeiro deste ano. Antes desta Lei, a anterior, abrangida pelo Código Civilatravés da Lei 10.406/02, englobava apenas as empresas individuais de responsabilidade ilimitada, já que não havia previsão legal de limitação deresponsabilidade a não ser para sociedades.</p>
<p>Infelizmente, não serão todas as empresas individuais que poderão optar por essa alternativa, que limita a invasão aos bens particulares da organização, já que pertence a um único proprietário, sendo ainda questionável a questão da Justiça do Trabalho que, mesmo na Responsabilidade Limitada, muitas vezes busca bem particulares, fato a ser discutido. Uma das barreiras é que o capital mínimo tem que ser de 100 salários mínimos, ou seja, atualmente a constituição ou na migração o capital mínimo será de R$ 62,2 mil.</p>
<p>Os micros e pequenos empresários, que representam uma fatia significativa do País, continuarão a obedecer antiga legislação, ou seja, correm o risco de serem responsabilizados por quebras ou problemas trabalhistas e terem disponibilizado seu patrimônio particular para liquidação de suas dívidas.</p>
<p>Os maiores beneficiários serão os empresários que puderem disponibilizar esse capital que a empresa, embora correndo os riscos inerentes ao comércio, terá sua responsabilidade limitada ao capital social e na gestão normal do negócio. O empresário terá mais tranquilidade para constituir seus negócios e correr seus riscos e, na iminência de perda, somente os bens da empresa constituída sobre EIRELI, que arcará com as indenizações até o limite dos recursos disponíveis.</p>
<p>Acredita-se que apenas um grupo de empresários se beneficiarão, inclusive aqueles que hoje possuem sociedades e que são optantes pelo Simples Nacional, que poderão dissolver a sociedade e cada um dos sócios constituir seu negócio de forma desmembrada. Somente para benefício fiscal. Se uma sociedade limitada tem três sócios e estiver para estourar o limite de R$ 3,6 milhões de faturamento, pode-se constituir empresas individuais como forma de planejamento tributário e aumentar o limite para até R$ 10,8 milhões. Com isso, poderão manter os benefícios fiscais e continuar com o mesma garantia da responsabilidade na Sociedade Limitada.</p>
<p>A opção pela tributação no Simples Nacional precisa ser bem analisada para não haver todo o trabalho de um ajuste societário e, eventualmente, não gerar ganho – o que ainda poderia prejudicar os resultados. Mesmo com outras formas de tributação, como Lucro Real ou Presumido, se não forem feitas análises comparativas só vai gerar dor de cabeça e aumento dos custos administrativos.</p>
<p><strong>Autor</strong>: Reginaldo Gonçalves é coordenador do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Santa Marcelina.<br />
Fonte: <a href="http://www.empreendedor.com.br">Emprendedor</a></p>
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		<title>Faturamento dos pequenos negócios cresce 8,8% em janeiro</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 08:38:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Margarete Beccari</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Faturamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pequenos negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[As micro e pequenas empresas (MPE) paulistas começaram 2012 com o faturamento alto: no balanço de janeiro, a receita cresceu 8,8% em relação ao mesmo mês de 2011. Os setores de serviços e comércio puxaram esse número, com incremento de 11,5% e 11,2% na receita, respectivamente. Já a indústria teve um desempenho negativo, com queda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=";float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2FwmUjO0&amp;via=Sebrae_SC&amp;text=Faturamento%20dos%20pequenos%20neg%C3%B3cios%20cresce%208%2C8%25%20em%20janeiro&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fcdi.blogsebrae.com.br%2F2012%2F03%2F13%2Ffaturamento-dos-pequenos-negocios-cresce-88-em-janeiro%2F" class="twitter-share-button" target="_blank"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://cdi.blogsebrae.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>As micro e pequenas empresas (MPE) paulistas começaram 2012 com o faturamento alto: no balanço de janeiro, a receita cresceu 8,8% em relação ao mesmo mês de 2011. Os setores de serviços e comércio puxaram esse número, com incremento de 11,5% e 11,2% na receita, respectivamente. Já a indústria teve um desempenho negativo, com queda de 3,2% no faturamento real. Os dados são da pesquisa de conjuntura Indicadores Sebrae em São Paulo, realizada mensalmente pela instituição, com apoio da Fundação Seade.No mesmo período, o estudo apontou resultados positivos no faturamento em todas as regiões: Grande ABC (13,5%); Região Metropolitana de São Paulo (9,8%); interior (7,7%); e município de São Paulo (6,2%).</p>
<p>A pesquisa traz também o comparativo entre janeiro de 2012 e dezembro de 2011, quando houve uma queda de 12,6% no faturamento real das MPE paulistas. De acordo com Pedro Gonçalves, consultor do Sebrae em São Paulo, já era esperada uma queda de receita nesse período, uma vez que as vendas de Natal costumam beneficiar as MPE no fim do ano, especialmente no caso do comércio. “Além disso, o mês de janeiro concentra férias coletivas, particularmente na indústria, o que tende a reduzir as vendas”, pontua.O superintendente do Sebrae no estado, Bruno Caetano, destaca o otimismo dos empresários: 84% dos proprietários de micro e pequenos negócios esperam manter (53%) ou aumentar (31%) a receita nos próximos seis meses. Segundo ele, “o crescimento do consumo no mercado interno é o principal responsável pelos resultados positivos das micro e pequenas empresas nos últimos meses”.</p>
<p>As MPE do setor de indústria têm apresentando queda no faturamento. Os fracos resultados do segmento são atribuídos ao efeito do aumento dos juros básicos (Taxa Selic) no primeiro semestre de 2011, além da concorrência com importados em alguns setores. Nos últimos meses do ano passado, os juros básicos caíram, o que deve impactar o desempenho na indústria no segundo semestre de 2012.</p>
<p>As micro e pequenas empresas (MPE) paulistas começaram 2012 com o faturamento alto: no balanço de janeiro, a receita cresceu 8,8% em relação ao mesmo mês de 2011. Os setores de serviços e comércio puxaram esse número, com incremento de 11,5% e 11,2% na receita, respectivamente. Já a indústria teve um desempenho negativo, com queda de 3,2% no faturamento real. Os dados são da pesquisa de conjuntura Indicadores Sebrae em São Paulo, realizada mensalmente pela instituição, com apoio da Fundação Seade.</p>
<p>No mesmo período, o estudo apontou resultados positivos no faturamento em todas as regiões: Grande ABC (13,5%); Região Metropolitana de São Paulo (9,8%); interior (7,7%); e município de São Paulo (6,2%).</p>
<p>A pesquisa traz também o comparativo entre janeiro de 2012 e dezembro de 2011, quando houve uma queda de 12,6% no faturamento real das MPE paulistas. De acordo com Pedro Gonçalves, consultor do Sebrae em São Paulo, já era esperada uma queda de receita nesse período, uma vez que as vendas de Natal costumam beneficiar as MPE no fim do ano, especialmente no caso do comércio. “Além disso, o mês de janeiro concentra férias coletivas, particularmente na indústria, o que tende a reduzir as vendas”, pontua.</p>
<p>O superintendente do Sebrae no estado, Bruno Caetano, destaca o otimismo dos empresários: 84% dos proprietários de micro e pequenos negócios esperam manter (53%) ou aumentar (31%) a receita nos próximos seis meses. Segundo ele, “o crescimento do consumo no mercado interno é o principal responsável pelos resultados positivos das micro e pequenas empresas nos últimos meses”.</p>
<p>As MPE do setor de indústria têm apresentando queda no faturamento. Os fracos resultados do segmento são atribuídos ao efeito do aumento dos juros básicos (Taxa Selic) no primeiro semestre de 2011, além da concorrência com importados em alguns setores. Nos últimos meses do ano passado, os juros básicos caíram, o que deve impactar o desempenho na indústria no segundo semestre de 2012.</p>
<p>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br">Exame.com</a></p>
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		<title>PMEs focam em rede social para atingir 40 milhões de pessoas</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 08:31:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Margarete Beccari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação para a micro e pequena empresa]]></category>

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		<description><![CDATA[A cada dia que passa, mais brasileiros aderem às redes sociais. De acordo com pesquisa sobre internet realizada pela joint venture Ibope Nielsen Online, a subcategoria &#8220;Comunidades&#8221; &#8211; que engloba sites de redes sociais, blogs, microblogs, fóruns e outros sites de relacionamento &#8211; contabilizou 39,8 milhões de usuários únicos em todo o Brasil em dezembro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=";float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2FwPRIK9&amp;via=Sebrae_SC&amp;text=PMEs%20focam%20em%20rede%20social%20para%20atingir%2040%20milh%C3%B5es%20de%20pessoas&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fcdi.blogsebrae.com.br%2F2012%2F03%2F13%2Fpmes-focam-em-rede-social-para-atingir-40-milhoes-de-pessoas%2F" class="twitter-share-button" target="_blank"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://cdi.blogsebrae.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>A cada dia que passa, mais brasileiros aderem às redes sociais. De acordo com pesquisa sobre internet realizada pela joint venture Ibope Nielsen Online, a subcategoria &#8220;Comunidades&#8221; &#8211; que engloba sites de redes sociais, blogs, microblogs, fóruns e outros sites de relacionamento &#8211; contabilizou 39,8 milhões de usuários únicos em todo o Brasil em dezembro de 2011. Com esse desenho, surgem novas oportunidades de negócios para empreendedores que vislumbram a internet como cenário de atuação.</p>
<p>Para o nicho de aplicativos móveis, os dados estimulam o crescimento de um mercado novo com muitas vertentes por explorar. São jogos destinados aos usuários, plataformas que permitem a interação com os demais usuários da rede, e aplicativos que organizam datas e tarefas sincronizadas aos sites, entre outras possibilidades.</p>
<p>De acordo com um ranking sobre redes sociais brasilerias, feito em 2011 pela comScore &#8211; companhia americana especializada em medições do mundo digital -, o Facebook cresceu 192% só no Brasil.</p>
<p>Para Rafael Lamardo, professor de tecnologia da informação do MBA e pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), apesar de o setor oferecer boas expectativas, o empreendedor deve ter conhecimento prévio antes de investir suas fichas nesse nicho. &#8220;Engana-se quem imagina que o investimento é baixo. A aplicação em pesquisa, que é essencial, é alta e a mão de obra, cara. Para reter os bons desenvolvedores, o empresário terá que gastar com uma boa gestão, por exemplo.&#8221;</p>
<p>Além dos custos de implantação, o empreendedor que deseja entrar no nicho precisa ser paciente. De acordo com o professor, o prazo para retorno do investimento chega a três anos. &#8220;É muito difícil encontrar uma empresa que surja com o que chamamos de ’aplicativo matador’, aquele que acerta de primeira. Basta analisar as grandes empresas de aplicativos estrangeiras. A maioria tem uma longa história para contar. Foi necessário tempo para que pudessem se consolidar.&#8221;</p>
<p><strong>LikeStore</strong><br />
Para pegar um lugar na onda das redes sociais, o empresário Ricardo Grandinetti e seus quatro sócios desenvolveram a LikeStore, plataforma que permite a criação de uma loja virtual dentro de uma página do Facebook &#8211; maior rede social do País, que em dezembro de 2011 atingiu a marca de 36,1 milhões de usuários, segundo a comScore.</p>
<p>O projeto data de 2010, mas a implantação foi iniciada há cerca de um ano. A atual versão está no ar desde agosto do ano passado. Os empreendedores investiram R$ 2 milhões. O dinheiro será destinado a todos os gastos da empresa até julho de 2012. &#8220;Temos tudo planejado. O dinheiro vai ser usado para pagar os gastos com funcionários, infraestrutura e assessoria de imprensa&#8221;, explica o empresário. &#8220;Esperamos recuperar o investimento em três anos.&#8221;</p>
<p>Segundo Grandinetti, que também atua como gerente de produtos da LikeStore, hoje já são 4 mil lojas vendendo através da plataforma. A manutenção do serviço é gratuita. A única taxa cobrada é sobre a comercialização dos produtos: 2% do valor bruto de cada venda. </p>
<p>Fonte: Terra &#8211; Notícias  </p>
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		<title>Senar e Aurora investem R$ 1,173 milhão em projeto no oeste de SC</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 08:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Margarete Beccari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação para a micro e pequena empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>

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		<description><![CDATA[O programa de desenvolvimento dos empreendedores rurais cooperativistas, que funciona há quinze anos no oeste do Estado, recebeu investimentos de R$ 1,173 milhões com a chegada de dois novos apoiadores, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e a Aurora. Esse capital tornou o projeto o maior do país para produtores rurais. O convênio foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=";float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2FwquMV2&amp;via=Sebrae_SC&amp;text=Senar%20e%20Aurora%20investem%20R%24%201%2C173%20milh%C3%A3o%20em%20projeto%20no%20oeste%20de%20SC&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fcdi.blogsebrae.com.br%2F2012%2F03%2F13%2Fsenar-e-aurora-investem-r-1173-milhao-em-projeto-no-oeste-de-sc%2F" class="twitter-share-button" target="_blank"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://cdi.blogsebrae.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>O programa de desenvolvimento dos empreendedores rurais cooperativistas, que funciona há quinze anos no oeste do Estado, recebeu investimentos de R$ 1,173 milhões com a chegada de dois novos apoiadores, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e a Aurora. Esse capital tornou o projeto o maior do país para produtores rurais. O convênio foi assinado nesta segunda-feira (12) na sede da Coopercentral, em Chapecó, pelas partes envolvidas.</p>
<p>O diretor técnico do Sebrae/SC, Anacleto Ângelo Ortigara, explicou que o foco do projeto é o gerenciamento da propriedade e a solução de problemas, tendo, como beneficiadas, as famílias de produtores de suínos, aves, grãos e leite filiadas às cooperativas agropecuárias. Neste ano o projeto pretende atender 4.538 proprietários de estabelecimentos rurais.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.economiasc.com.br">Economia de SC</a></p>
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		<title>Sustentabilidade – Empresas Ecologicamente Corretas</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 11:46:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Fontanella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade empresarial]]></category>

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		<description><![CDATA[
Freqüentemente estamos sendo bombardeados pela mídia e por todos os meios de comunicação por palavras como meio ambiente; sustentabilidade; responsabilidade social; ecologicamente correto; empresa sustentável e outras coisas que, para muitos de nós, ainda são de difícil assimilação e conceituação.
Dentro desta dificuldade; definir uma empresa sustentável é ainda um mistério para muitos consumidores preocupados com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=";float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2FxO9CjL&amp;via=Sebrae_SC&amp;text=Sustentabilidade%20%E2%80%93%20Empresas%20Ecologicamente%20Corretas&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fcdi.blogsebrae.com.br%2F2012%2F03%2F02%2Fsustentabilidade-%25e2%2580%2593-empresas-ecologicamente-corretas%2F" class="twitter-share-button" target="_blank"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://cdi.blogsebrae.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><div>
<p>Freqüentemente estamos sendo bombardeados pela mídia e por todos os meios de comunicação por palavras como meio ambiente; <strong>sustentabilidade</strong>; <strong>responsabilidade social</strong>; ecologicamente correto; empresa sustentável e outras coisas que, para muitos de nós, ainda são de difícil assimilação e conceituação.</p>
<p>Dentro desta dificuldade; definir uma <strong>empresa sustentável</strong> é ainda um mistério para muitos consumidores preocupados com o tema. Afinal de contas, nem sempre são transparentes para os clientes os processos internos que transformar uma empresa comum numa empresa sustentável. O principal problema; é identificar o que vai além do marketing e da propaganda. O que realmente está sendo feito pela empresa “X” em busca da <strong>sustentabilidade</strong> e quais sinais podem significar que ela está no caminho certo.</p>
<p>Uma <a href="http://www.atitudessustentaveis.com.br/sustentabilidade/sustentabilidade-empresas-ecologicamente-corretas/">análise quatro pontos</a> relativamente simples podem determinar se uma empresa sustentável realmente faz jus a esse título ou é apenas obra da propaganda barata e que deve ser execrada.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><img title="empresas sustentaveis" src="http://www.atitudessustentaveis.com.br/wp-content/uploads/2009/09/empresas-sustentaveis.jpg" alt="empresas sustentaveis" width="264" height="345" /> </p>
<p>Fonte: <a href="http://www.atitudessustentaveis.com.br">http://www.atitudessustentaveis.com.br</a> - Autoria: Carlos Abreu</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Tablet dos 10 mandamentos de gestão para revitalização empresarial</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 11:27:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Fontanella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Negócio]]></category>

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		<description><![CDATA[A frase &#8220;torne a sua empresa obsoleta antes que alguém o faça&#8221; é a dura realidade no mundo dos negócios.
Ainda que para muitos a chave da questão seja a tecnologia, uma reflexão cuidadosa nos levará ao ponto crucial: a cultura de gestão.
Pouco adianta colocar tecnologia nova a serviço de idéias velhas.
Os pontos fundamentais para condução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=";float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2FykncWt&amp;via=Sebrae_SC&amp;text=Tablet%20dos%2010%20mandamentos%20de%20gest%C3%A3o%20para%20revitaliza%C3%A7%C3%A3o%20empresarial&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fcdi.blogsebrae.com.br%2F2012%2F02%2F07%2Ftablet-dos-10-mandamentos-de-gestao-para-revitalizacao-empresarial%2F" class="twitter-share-button" target="_blank"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://cdi.blogsebrae.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>A frase &#8220;torne a sua empresa obsoleta antes que alguém o faça&#8221; é a dura realidade no mundo dos negócios.</p>
<p>Ainda que para muitos a chave da questão seja a tecnologia, uma reflexão cuidadosa nos levará ao ponto crucial: a cultura de gestão.</p>
<p>Pouco adianta colocar tecnologia nova a serviço de idéias velhas.</p>
<p>Os pontos fundamentais para condução de um projeto de sucesso são:</p>
<p><strong>Visão </strong></p>
<p>É necessário responder, fundamentalmente, a seguinte pergunta: Qual é o nosso negócio?</p>
<p>Ao estabelecer o que queremos fazer, poderemos definir para quem, quando e como conduziremos nossas ações.</p>
<p>Mercados podem ser explorados ou criados, mas para isso precisamos de foco.</p>
<p>Indubitavelmente, o foco será determinado por nossa visão e dará o norte a todas as ações.</p>
<p><strong>Produtos</strong></p>
<p>A visão nos dirá quais produtos fabricaremos e qual tecnologia deverá ser empregada, de forma a atender o público alvo.</p>
<p>Empresas buscam sempre mais clientes, quando poderiam explorar oportunidades naqueles conquistados. Produtos que tenham aderência no segmento alavancarão mais as vendas do que a busca de novas relações comerciais.</p>
<p>A produtividade da equipe de vendas pode ser substancialmente aumentada reduzindo os deslocamentos.</p>
<p>A venda é facilitada quando o cliente tem um fornecedor no qual confia e que lhe apresenta um leque de soluções.</p>
<p>Entender as necessidades do mercado, simplificar produtos, torná-los mais úteis, fáceis de usar, amigáveis, interessantes, charmosos, desejados, é a base para se manter competitivo.</p>
<p><strong>Materialização. Transformando ideias em realidade</strong></p>
<p>Estabelecer relações com empresas que criam o futuro determina o futuro das empresas.</p>
<p>Quem não supera as próprias limitações já está superado. Para isso a adição de competência é determinante. Essa competência pode estar na mesa ao lado, como do outro lado do oceano.</p>
<p>A consciência da limitação, a curiosidade, o inconformismo, são poderes agentes inovadores.</p>
<p>A materialização de uma idéia demanda tecnologia e organização. Nesse ponto nasce o processo produtivo e se consolida a cultura de transformação.</p>
<p>O que fazer e como fazer estabelece quão competitivos poderemos ser, economicamente e tecnologicamente para o consumidor.</p>
<p><strong>Capital intelectual </strong></p>
<p>Apesar de não ser um discurso novo, poucas empresas se dão conta do poder do pensamento coletivo.</p>
<p>Não fosse assim, os debates internos sobre produtos e futuro seriam mais frequentes.</p>
<p>Empresas, de modo geral, são reativas. Umas seguem as outras. Com produtos, formas de divulgação e canais de distribuição. Por essa razão, tornar empresas obsoletas, mais do que produtos, pulveriza os concorrentes e reduz sensivelmente a competição.</p>
<p>O grande trabalho nas empresas é aprimorar as relações humanas, com mapeamento de ideias potenciais e manutenção de talentos, criando alicerces para gestão do capital intelectual.</p>
<p>A criação do futuro é o futuro da criação. Criação não de artifícios, mas de soluções. Atualização de produtos não é suficiente em um mundo revolucionário e inovador.</p>
<p>Pense e aja ou pereça, esse é o mandamento.</p>
<p><strong>Gestão de imagem</strong></p>
<p>Poucos são, muitos jamais serão!</p>
<p>A armadilha não é falta de potencial, mas de consciência. É fundamental saber o que fazer com o que se tem.</p>
<p>Podemos simplesmente vender a matéria ou o produto da matéria. Essa é a essência da riqueza nos negócios.</p>
<p>Como sua empresa e produtos são vistos pelo mercado é muito importante, como serão vistos, determinante.</p>
<p>O lançamento de um produto pela concorrência, pode colocá-lo no passado imediatamente. Quem digam os gestores das áreas de alta tecnologia.</p>
<p><!--INFOLINKS_OFF--><!--INFOLINKS_ON-->Uma vez no passado, passado está.</p>
<p>A construção de marcas relevantes é a única maneira de manter a atração por empresas e produtos. Materiais e tecnologia estão cada vez mais disponíveis e acessíveis.</p>
<p>Relevância de marca e obsolescência de produtos são agentes poderosos na luta por um espaço na mente do consumidor e um lugar no coração.</p>
<p><strong>Relacionamento com o mercado </strong></p>
<p>O sucesso não faz mais ninho apenas para o vencedor da competição, mas da coopetição. Aqueles que competem cooperando.</p>
<p>O consórcio em alguns projetos impede ações mercadológicas suicidas em outros.</p>
<p>Em uma competição, pouco resolve reduzir o preço quando o concorrente tem fôlego para mais.</p>
<p>Mais por menos, está transformando tudo em commodity, degradando produtos e descartando ideias. </p>
<p>A princípio perdem as empresas e no final o consumidor, pois na tentativa de se manterem lucrativas acabam prejudicando os produtos para reduzir os custos. Nada é muito barato sem motivo. A quantidade de lixo espalhada no mundo, resultado de produtos descartáveis, é o espelho de nossas atitudes.</p>
<p>A relação com o mercado permite descobrir oportunidades de negócios lucrativos e eliminar aquelas cujo futuro não se mostra promissor.</p>
<p>Como distribuir os produtos, aproximar empresas e fãs, têm suas raízes na ciência do relacionamento.</p>
<p>Conhecer ansiedades e potencialidades nos permite afastamento das ideias commodities.</p>
<p><strong>Desenvolvimento comercial</strong></p>
<p>O que tem feito muitas organizações venderem diretamente aos consumidores, sem intermediários, é o desejo e necessidade de potencializar os serviços de seus produtos.</p>
<p>A excelência comercial não é ter clientes, mas fãs. Aqueles que fazem fila na madrugada e acampam nas portas das lojas em dias de lançamentos. Que compram revistas pela expectativa de futuro, que são defensores de marcas e propagadores boca a boca.</p>
<p>Fãs que se dispõe a ouvir, para aprender e criar seu futuro.</p>
<p>Empresas comprometidas com o futuro quando se reúnem produzem imensa energia nas nuvens do progresso.</p>
<p>Os modelos comerciais tradicionais trazem um viés, onde os representantes comerciais por trabalharem com várias empresas e marcas se concentram nas vendas, enquanto os vendedores (com carteira assinada e trabalho exclusivo) é que representam as empresas, levando produtos, mensagens e imagens.</p>
<p><strong>Financiamento dos projetos </strong></p>
<p>Empreendimentos precisam de três componentes: ideias, dinheiro e trabalho.</p>
<p>Ideias o mundo está repleto, embora muitas, ainda que valiosas, fiquem congeladas por anos e décadas.</p>
<p>O trabalho se obtém com a reunião da disposição e da competência. O homem é ávido por participar de algo que valha a pena. Mostre isso ao mercado e terá imensa fila em sua porta.</p>
<p>O financiamento de projetos no nosso país é assunto embrionário.  </p>
<p>Quantos anúncios você vê, por dia, mostrando ideias interessantes em busca de recursos?</p>
<p>Quantas empresas abrem as portas para ouvir criadores, inovadores e inventores?</p>
<p>A maldição da associação reside no modelo de sociedade. O capital precisa estimular a idéia e não sufocá-la.</p>
<p>No nosso modelo, o investidor, detentor de cotas, não nomeia representantes, vira gestor.  </p>
<p>O grande pecado ocorre quando o homem investe no paraíso e também quer morder a maçã.</p>
<p>&#8220;An  apple a day keeps the doctor away&#8221; não é uma boa prescrição no mundo dos negócios.</p>
<p>A busca por parceiros investidores ainda é o pesadelo da nossa engenharia financeira.</p>
<p><strong>Modelo de gestão </strong></p>
<p>Essa é uma das complexas questões com que se deparam as empresas. Principalmente quanto mais inovadoras forem ou exigir o segmento de negócios.</p>
<p>Ideias não bastam ser revolucionárias, precisam ser úteis, amigáveis, para serem acolhidas.</p>
<p>Em tempo de combustível barato ninguém queria carro pequeno. Hoje, poucos se dispõem a adquirir um carro &#8220;bebedor&#8221;.</p>
<p>Perceber a inovação e a lucratividade da aplicação, é trabalho para visionários. Nesse ponto reside a grande dificuldade da delegação.</p>
<p>Podemos delegar comando, mas não o poder da visão.</p>
<p>O modelo de gestão, centralizado ou descentralizado, é o grande responsável pela preparação dos comandantes e líderes do futuro.</p>
<p>A atenção, a possibilidade de exposição dos talentos, o exercício da vocação  nos permitirão perceber se nossos futuros líderes estarão alinhados com os pensamentos das lideranças do futuro.</p>
<p>Os alicerces criados hoje serão as bases de sustentação das edificações empresariais amanhã.</p>
<p><strong>Comunicação </strong></p>
<p>Comunicação é um poderoso instrumento de aproximação e afastamento.</p>
<p>Uma placa no portão dizendo &#8220;Cão Feroz&#8221; afastará as pessoas, porém se estiver escrito &#8220;O cão mais inteligente do mundo&#8221;, provocará filas de curiosos.</p>
<p>No meio empresarial, a comunicação adequada atrairá a atenção de consumidores, conquistará clientes, reunirá fãs, canalizará ideias e recursos.</p>
<p>Dos tambores aos meios eletrônicos seus efeitos são mágicos.</p>
<p>Na porta, leves batidas indicam uma visita, fortes e rápidas pancadas, uma urgência.</p>
<p>Um signo, uma frase, podem mudar comportamentos e marcar toda uma geração.</p>
<p>A comunicação, ao alcançar mentes e corações, provoca emoções e resgata lembranças, conduzindo pessoas em busca de materialização de experiências com aquisições. Por essa razão, marcas relevantes são acolhidas com carinho.</p>
<p>De acordo com Hal Hiney, especialista em comunicação: &#8220;Em um mundo onde todos estão nivelados, vence meu melhor amigo&#8221;.</p>
<p>Empresas, de modo geral, foram criadas para durar, mas isso só é possível com o sucesso.</p>
<p>Alastair Johnston, empresário de atletas, tem uma declaração que merece reflexão: &#8220;Vencer não é duradouro. O que dura é o sucesso. O sucesso dura mais do que a vitória&#8221;</p>
<p> A vitória pode ser conseguida em um lance de sorte, em um chute, um arremesso, uma rebatida, um deslize do adversário. O sucesso precisa ser construído, com uma vitória de cada vez, de forma persistente e consistente.</p>
<p>Para as empresas, a realidade não é diferente da realidade do atleta.</p>
<p>Assim como o atleta repete sua rotina para aperfeiçoamento e busca a inovação para sua própria superação, a empresa também tem suas necessidades de revitalização. Estas podem ser norteadas com o  Tablet  dos 10 mandamentos  de Gestão.</p>
<p>Parte de nossa natureza, o exercício para perpetuação ou a acomodação para perecimento é livre arbítrio em gestão.</p>
<p>Autor: Ivan Postigo</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.artigonal.com">http://www.artigonal.com</a></p>
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		<title>Estouro de Negócio: Pipocas do Valdir</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 12:42:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Margarete Beccari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Idéias de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Pipoqueiro]]></category>

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		<description><![CDATA[﻿Pipoqueiros destacou-se entre os ambulantes ao construir a marca Pipoca do Valdir, e hoje ensina pequenos e grandes empresários a inovar em suas atividades.
Treze anos de espera por uma concessão pública para ter o direito de vender pipoca, embalados por muita esperança e persistência, fizeram o pipoqueiro Valdir Novaki começar com muita segurança em seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=";float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2Fxbmynk&amp;via=Sebrae_SC&amp;text=Estouro%20de%20Neg%C3%B3cio%3A%20Pipocas%20do%20Valdir&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fcdi.blogsebrae.com.br%2F2012%2F01%2F18%2Festouro-de-negocio-pipocas-do-valdir%2F" class="twitter-share-button" target="_blank"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://cdi.blogsebrae.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p><em>﻿Pipoqueiros destacou-se entre os ambulantes ao construir a marca Pipoca do Valdir, e hoje ensina pequenos e grandes empresários a inovar em suas atividades.</em></p>
<p>Treze anos de espera por uma concessão pública para ter o direito de vender pipoca, embalados por muita esperança e persistência, fizeram o pipoqueiro Valdir Novaki começar com muita segurança em seu novo ofício, perseguindo o objetivo de se tornar o melhor pipoqueiro do Brasil. E para se destacar no meio de 78 pipoqueiros que circulam pelo Centro de Curitiba, Valdir resolveu inovar e desmentir o conceito de que comida vendida na rua por ambulantes não tem qualidade. Hoje, com uma clientela fixa, a Pipoca do Valdir se tornou conhecida e apreciada. E Valdir é convidado para dar palestras de empreendedorismo, inovação e motivação para diferentes empresários.</p>
<p>Tudo começou quando Valdir foi trabalhar em uma banca de jornal que ficava na Praça Tiradentes, no Centro da capital do Paraná. Na atividade diária Valdir ficava observando os camelôs e ambulantes, percebendo que poderia aumentar seus ganhos muito mais se também tivesse o próprio negócio. Pensando assim, inscreveu-se na prefeitura de Curitiba, em 1992, solicitando uma concessão para atuar como pipoqueiro. A liberação do poder público só veio em agosto de 2006. A partir daí, Valdir só teve que aguardar mais 30 dias para o carrinho de pipocas ficar pronto, conforme o padrão especificado pela prefeitura. Nesse período, Valdir buscou conhecer o trabalho dos seus futuros concorrentes, desde o atendimento, qualidade dos produtos até a higiene. “Comprava pipoca e analisava a forma como a pessoa atendia, a manipulação dos alimentos, a vestimenta, higiene pessoal e do carrinho, e fiz o oposto deles para me destacar. Quis mudar o conceito de que um ambulante que trabalha na rua não tem qualidade”, afirma Valdir.</p>
<p>E ao longo de cinco anos atuando como pipoqueiro Valdir não só mudou o conceito como conseguiu construir a marca “Pipoca do Valdir” através de diversos diferenciais: ao comprar pipoca o cliente ganha um kit higiene com guardanapo, bala de menta e sachê personalizado com fio dental, cartão fidelidade com um pacote grátis a cada cinco compras, cartão de promoção no valor de R$ 25 com 12 vales-pipoca. Além disso, acrescenta Valdir, os produtos utilizados no preparo da pipoca são de excelente qualidade. Valdir e a esposa, que trabalha com ele, sempre estão uniformizados, e para garantir que os clientes percebam que o uniforme é trocado todo dia, um bordado na roupa indica os dias da semana. Mas, mesmo assim, com todos esses cuidados, o sucesso não aconteceria se o atendimento não fosse bom, pensa Valdir. “Independente do que a pessoa for comprar, ela gosta de ser bem atendida, por isso sempre recebemos os clientes com um sorriso”, conta.</p>
<p>Para melhorar ainda mais o negócio, Valdir se tornou um empreendedor individual em abril deste ano. A formalização trouxe para ele um CNPJ e, com isso, a possibilidade de contratar funcionário, comprar mercadorias em grande escala com prazo de pagamento mais longo e preço mais acessível e, também, a chance de pagar o INSS para uma futura aposentadoria. O caminho percorrido por Valdir até aqui foi árduo, mas ele acredita que o sucesso do negócio aconteceu porque faz realmente o que gosta. “Me sinto um vencedor, mas se eu não for trabalhar todos os dias, a fama de pipoqueiro não vai me trazer dinheiro.”</p>
<p><strong>Cedo no batente</strong><br />
Entretanto, medo do trabalho é o que Valdir menos tem. Nascido no interior do Paraná, em São Mateus do Sul, Valdir Novaki era filho de uma família numerosa e trabalhava na roça desde cedo. Quando completou 18 anos foi para Curitiba e atuou como lavador e manobrista de carros. E no período longo em que esperou para começar a realizar seu sonho de ser pipoqueiro, fez diversos trabalhos para sobreviver. O ofício de pipoqueiro não diminuiu o ritmo de trabalho, pelo contrário, aumentou. “Muita gente pensa que ter um negócio próprio é fazer o próprio horário e ficar mais livre, mas é puro engano, pois a responsabilidade é bem maior”, relata Valdir. Com uma carga horária de 14 horas por dia, sua rotina começa às 6h30 com a higienização do carrinho, depois às 11h30 ele já está posicionado em uma esquina no Centro de Curitiba, ao lado da Catedral, onde o trabalho segue e só termina às 21h, quando ele chega em casa.</p>
<p>Valdir diz que todos têm um potencial para se desenvolver e, no caso dele, o atendimento especial aos clientes que vão comprar seu produto e o amor pela profissão são suas virtudes. Para ter sucesso nos projetos de vida, Valdir aconselha a não acreditar em pessoas pessimistas. “Não comentava nada com ninguém sobre meus projetos, para não ficar ouvindo pessoas pessimistas.”</p>
<p>E bem longe do pessimismo Valdir persegue o sonho de ser o melhor pipoqueiro do Brasil. Por suas inovações, ele é convidado a dar palestras sobre motivação para diversos empresários. “Nesses encontros conto como consegui buscar ideias para inovar, pois existem empresários com uma loja que não sabem como fazer para melhorar o negócio e eu com um carrinho de pipoca consegui fazer meu trabalho evoluir”, diz. Agora os planos para o futuro desse empreendedor estão focados em franquear a marca Pipoca do Valdir. Mas isso é mais para o futuro mesmo, pois o pipoqueiro revela que ainda está em lua-de-mel com o seu carrinho de pipoca.</p>
<p>Valdir Novaki<br />
Idade: 37 anos<br />
Data de formalização: Abril de 2011<br />
Ramo: Pipoqueiro<br />
Conta com funcionário? Não<br />
Pretende virar microempresa? Sim</p>
<p><strong>Por:</strong> Raquel Rezende  </p>
<p><strong>Saiba mais</strong>: <a href="http://www.slideshare.net/jmarconi/os-10-estouros-da-pipoca-do-valdir">Palestra Os 10 estouros da Pipoca do Valdir</a></p>
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		<title>Rede social ajuda empreendedores a encontrar sócios e investidores</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 10:21:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Margarete Beccari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Social]]></category>

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		<description><![CDATA[ Conectar empreendedores, investidores e consultores. Essa é a proposta da Socioteca, rede social de negócios criada pelos empresários alagoanos Victor Yves e Felipe Reis. Lançada em maio de 2011, a versão beta da rede já conta com mais de 2.000 usuários cadastrados, que vêm utilizando o serviço como uma ferramenta alternativa para aumentar seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=";float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2FxgEMqM&amp;via=Sebrae_SC&amp;text=Rede%20social%20ajuda%20empreendedores%20a%20encontrar%20s%C3%B3cios%20e%20investidores&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fcdi.blogsebrae.com.br%2F2012%2F01%2F18%2Frede-social-ajuda-empreendedores-a-encontrar-socios-e-investidores%2F" class="twitter-share-button" target="_blank"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://cdi.blogsebrae.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p> Conectar empreendedores, investidores e consultores. Essa é a proposta da Socioteca, rede social de negócios criada pelos empresários alagoanos Victor Yves e Felipe Reis. Lançada em maio de 2011, a versão beta da rede já conta com mais de 2.000 usuários cadastrados, que vêm utilizando o serviço como uma ferramenta alternativa para aumentar seu networking e, como diz o próprio nome do projeto, encontrar sócios em potencial.</p>
<p>A ideia de criar uma plataforma que conseguisse digitalizar e acelerar as conexões entre novos empreendedores surgiu no ano passado, quando Yves começou a identificar a dificuldade de encontrar parceiros relevantes. &#8220;Minha mãe queria abrir um negócio em Maceió, mas era nova na cidade. Ela tinha capital para investir, mas sua rede de contatos era muito restrita. Nessa mesma época, comecei a conversar com o Felipe, que estava morando em São Paulo e sentia a mesma dificuldade.&#8221;</p>
<p>Com a sociedade estabelecida e um investimento inicial relativamente baixo &#8211; R$ 30 mil &#8211; Victor e Felipe iniciaram o desenvolvimento da Socioteca no final de 2010, finalizando a primeira versão do site em cinco meses. &#8220;Antes de lançar a Socioteca oficialmente, precisávamos de uma confirmação real de que o serviço funcionava. Quando recebemos os primeiros feedbacks de usuários contando que haviam encontrado sócios e parceiros para o seu negócio, resolvemos apresentar o produto oficialmente ao mercado&#8221;, afirma.</p>
<p><strong>Cruzamento de dados</strong><br />
Assim como os populares sites de relacionamentos amorosos, a mecânica da Socioteca é baseada no cruzamento de dados de seus usuários. Antes de ingressar na rede, cada membro da comunidade precisa preencher um extenso formulário, que, no caso de empreendedores, inclui detalhes de seus planos de negócios. Com base nessas informações, a rede passa a sugerir nomes de parceiros e consultores. Além disso, mediante a autorização do usuário, outras pessoas podem ter acesso ao plano de negócios de forma mais genérica, permitindo que elas comentem e deixem sugestões sobre o material apresentado.</p>
<p>O modelo de negócios do site é baseado em duas frentes distintas de receita. A primeira delas contempla planos premium de assinaturas para empreendedores em procura de mais visibilidade para seus perfis. Os fundadores também apostam na receita gerada por anúncios de franquias e de consultorias que farão da plataforma um e-commerce social de serviços relacionados ao empreendedorismo. Para ganhar escala, os sócios vêm focando em um planejamento de marketing e parcerias institucionais, por meio dos quais esperam atingir pelo menos 80 mil usuários até o final de 2012.</p>
<p>Fonte: Portal PEGN </p>
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