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melMel com qualidade e procedência garantida. Esta é a proposta do projeto de apicultura do SEBRAE de Santa Catarina, que traz uma novidade: o primeiro sistema de rastreamento completo feito por um grupo de pequenos produtores de mel, de 5 municípios da Grande Florianópolis. Os 30 apicultores cadastrados produzem 40 toneladas de mel por ano e têm certificação orgânica. As informações sobre cada pote estão na internet. Basta acessar o site, digitar o código da embalagem do mel e o cliente descobre o nome do apicultor, o lote, detalhes da produção e até a rota percorrida do apiário até o supermercado. A empresa que desenvolveu o projeto é de Florianópolis. Ela não cobra pela implantação do sistema, mas ganha 4 centavos por litro de mel vendido. Este ano, vai ser lançado o rastreamento por rádio-freqüência. O novo sistema não tem interferência humana e, por isso, é mais valorizado pelos clientes do exterior. Ideraldo Pfleger é um dos apicultores que participam do projeto. Ele tem 4 apiários, cada um com 25 colméias. Com o projeto, a produção do mel dobrou e o esforço do apicultor diminuiu. Por ano, ele recolhe 1500 quilos de mel. Para James Arruda Salomé, coordenador técnico da Associação de Apicultores, com as novas tecnologias, a produtividade aumentou em 40%. Para Iriberto Moschetta, do SEBRAE, o futuro deste mel é ampliar o mercado interno e abrir as portas para o mercado externo.

Matéria na íntegra:
Mel de Santa Catarina é rastreado da produção até o consumidor

Veiculação: Domingo – Dia 02/05/2010 – 7h30 no Programa Pequenas Empresas Grandes Negócios – TV GLOBO
Reapresentações:Globo News - Domingo – 02/05/2010 – 09h05 – Canal Futura - Segunda-feira – Dia 03/05/2010 – 6h30 – sexta-feira – Dia 07/05/2010 – 1 hora

CONTATOS:

SEBRAE/SC – MEL

Gestor do projeto: Iriberto Moschetta Tel.: (48) 9963-7926 ou (48) 3223-2900
Avenida Osmar Cunha, 278 – Centro
CEP: 88015-100 – Florianópolis/SC
www.sebrae-sc.com.br

IDERALDO PFLEGER – APICULTOR
Tel.: (48) 3245-2404 / 9932-5875
Sítio Leidana – Estrada da Varginha

O Twitter está sendo identificado pelas empresas, como uma grande ferramenta de relacionamento com os clientes. O Brasil, segundo maior país com participantes na rede (8%), tem a terceira posição de tweets (mensagens de até 140 caracteres) enviados.

Veja aqui as dicas e orientações da Revista PEGN para você utilizar a rede social em seu negócio.

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios. Ed. 254, mar./2010

Partindo da premissa de que o associativismo consiste em importante estratégia para o desenvolvimento sustentável, o objetivo central do artigo é descrever uma experiência de associativismo com base no artesanato em palha de trigo em curso no Meio Oeste de Santa Catarina (BR). Teve como objeto de estudo o projeto apoiado pelo Sebrae/SC – Tranças da Terra, sendo as autoras as funcionárias Sueli Bernardi e Onília Manenti, quando da conclusão do curso MBA em Gestão Estratégica de Empresas, pela Universidade do Oeste de Santa Catarina – UNOESC.

BibliotecaonlineEstá disponível na Biblioteca On line do Sebrae e também foi publicado na Revista de Administração, Contabilidade e Economia – RACE editada pela Área de Ciências Sociais Aplicadas da Unoesc.

“Como conseguir crédito para o seu negócio” e “O Poder das mídias sociais” são alguns dos novos vídeos no site da Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.

A página informa também os destaques, os mais vistos, os lançamentos, as categorias e as tags para navegação. Confira. São mais de 250 vídeos!

A RG Móvel, lançada em 2009, é uma revista 100% digital e inovadora. Nela, os interessados têm acesso às novidades do setor moveleiro, em textos jornalísticos que exploram os recursos de interatividade da internet, tudo com total usabilidade e, melhor, sem gastar nada. Mensalmente, a publicação chega à caixa de e-mails dos cadastrados em seu site. A última edição, nono número da RG, contou com cerca de 10.400 leitores. Além de difundir conteúdo qualificado, a revista tem a preocupação de informar, a cada mês, a economia que propiciou em folhas de papel, uma postura afinada à problemática ambiental contemporânea. No início deste ano, o Centro de Design Paraná tornou-se colaborador da publicação no Projeto Mais, um suplemento dedicado a auxiliar empresários nas áreas de gestão, inovação, qualificação e design. Para conferir, acesse www.rgmovel.com.br.

Será possível ganhar dinheiro e, ao mesmo tempo, solucionar um problema da sociedade informatizada? Empresas têm investido num setor ainda pouco rentável, mas com grande potencial: a reciclagem do lixo eletrônico. O descarte de computadores, impressoras, celulares ou microondas, porém, ainda é um desafio. Uma pesquisa divulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU) colocou o Brasil no topo da produção desses resíduos entre os países emergentes, que incluem China, Índia e México. Os dados assustam. Cada brasileiro produz, em média, meio quilo de lixo eletrônico por ano.

Sem uma lei que obrigue fabricantes a darem um destino correto a seus produtos e com pouca informação aos consumidores, eletroeletrônicos se acumulam nas casas ou em aterros sanitários, quando poderiam estar gerando emprego e lucros.

De um lado, a coleta seletiva tradicional não pode absorver os eletrônicos, pois eles têm componentes tóxicos que contaminam o solo e os lençóis freáticos. Os catadores, de outro, não conseguem vendê-los a grandes usinas de reciclagem. A solução passa por empresas e estações de reciclagem específicas para equipamentos que contêm chumbo, mercúrio e fósforo. O processo não é simples nem barato, mas existe.

A pergunta é: você pagaria para descartar seu computador antigo da forma correta?
Nova no mercado, a Descarte Certo é especializada em recolher na casa dos consumidores o eletrônico fora de uso e encaminhá-lo para empresas de reciclagem certificadas. Um computador, por exemplo, consegue ter 70% de sua composição transformada em matéria-prima para indústrias de vários setores. Para levá-lo, a Descarte Certo cobra R$ 145.

A empresa é parceira da rede Carrefour no Estado de São Paulo. Lá, o consumidor pode comprar créditos de descarte de lixo eletrônico.
“É preciso desenvolver a cultura do descarte correto dos equipamentos antigos. E esse descarte tem custos”, diz Ernesto Watanabe, diretor geral da empresa que atua desde outubro do ano passado.

Mesmo assim, Watanabe afirma que a atividade ainda não é lucrativa.
Simone Terra Marczuk, da Peacock, única empresa com licença para encaminhar e-lixo para reciclagem em Porto Alegre, concorda e aponta uma solução:
“É preciso uma lei que regulamente o destino dos eletroeletrônicos”, diz.

Fonte: Zero Hora

Ver também:

Lixo eletrônico: um problema a ser encarado

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A cada ano, são geradas 50 milhões de toneladas de resíduos de eletroeletrônicos no mundo. São restos de computadores, TVs, celulares. Conheça a rota informal do e-lixo

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