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Serviço definido a partir do perfil do cliente conquista mercado de Goiás

Goiânia – Os livros de culinária misturados ao ambiente decorado dão a dica sobre o lugar. Mais que um bufê convencional, o empresário Fernando Hanna sempre quis trabalhar com a ideia de personalização – desde o princípio, quando inaugurou o Hanna Buffet, em Goiânia (GO). Com espírito empreendedor, o proprietário já havia se aventurado no ramo dos negócios outras vezes. O Buffet Trapiche, montado com um sócio em Uberlândia (MG), teve 12 anos de sucesso.

Artigo na íntegra: Agência Sebrae de Notícias

No artigo Empreendedor-artista, o autor Joel Fernandes, aborda como “a maioria dos empreendedores que abrem um negócio é um artista que virou empresário. Entende daquilo que faz, mas entende muito pouco, às vezes quase nada, de negócios, daquilo que deveria fazer sob o ponto de vista do investimento que realizou.”

Fonte: Revista Empreendedor, dez./2011.

O CAPITAL E O EMPREENDEDOR: MAIS AMIGOS DO QUE NUNCA
Sérgio Risola
Diretor executivo do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec)

O ano de 2011 termina com saldo positivo, pois foi um bom momento para os empreendedores. É a hora certa de investir no Brasil, como apontou em novembro a revista americana de economia Barron’s, do grupo Dow Jones. É fato: o universo dos empreendedores é a bola da vez e o Brasil precisa estar preparado para os investimentos que estão vindo por aí. … Para as incubadoras brasileiras, 2012 começa com o desafio da implantação do Modelo Cerne, uma certificação semelhante à norma ISO 9000 adotada nas empresas. Algumas incubadoras serão denominadas pelo Sebrae como âncoras e terão recursos para preparar as demais. Haverá auditorias internas e uma externa, realizada pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec)…. É fundamental, por fim, olhar o momento do mercado brasileiro frente aos grandes eventos esportivos e perceber as inúmeras oportunidades que estão sendo criadas com os bilhões de reais que já começam a circular na economia. O próximo passo é detectar os nichos de mercado mais promissores para as cidades, como mobilidade urbana, e aproximar nossas empresas das oportunidades certeiras. É importante lembrar que não existem limites. E tudo parte da necessidade de o empresário entender como preparar o terreno para fazer uma ideia virar negócio.

O INVESTIMENTO ANJO RUMO ÀS NUVENS NO BRASIL
Cassio Spina
Fundador da Anjos do Brasil

Na decolagem de um avião, o momento mais importante é quando atinge a “velocidade de rolagem”, com sustentação suficiente para levantar vôo: o comandante pode puxar o manche para embicar e descolar do chão. Este é o estágio atual do investimento anjo no Brasil, resultado de um conjunto de fatores e oportunidades que vem acontecendo recentemente. De um lado, temos novas gerações iniciando sua atividade empreendedora e, desta vez, em sua maioria motivadas pela realização de um projeto. São os empreendedores de “oportunidade”, em vez de movidos pela falta de trabalho, os chamados por “necessidade”, conforme o Global Entrepreneurship Monitor (GEM)…. Do outro, temos uma geração de empresários e executivos bem sucedidos, que acumularam, além de recursos financeiros suficientes para investir em novos negócios, experiência e conhecimento para aplicar nos mesmos. Isto significa que já está tudo resolvido? Muito pelo contrário. Da mesma forma que o avião – que após a decolagem precisa manter seus motores em potência máxima e rumar para o seu destino com concentração e dedicação integral da equipe, numa fase crítica em que qualquer falha pode significar uma queda –, o investimento anjo necessita de atenção. Precisamos manter o foco tanto na efetivação dos negócios quanto na orientação e no apoio para novos investidores anjos e empreendedores…. Acreditamos que em 2012, apesar da crise nos países desenvolvidos, o empreendedorismo com o investimento anjo deverá crescer significativamente no Brasil. Para tanto, pretendemos efetivar ações como cursos de capacitação para empreendedores e investidores, eventos para troca de experiência e compartilhamento de conhecimento, parcerias com fundos de investimento e a criação de núcleos regionais da Anjos do Brasil em locais que ainda não contam com redes de investidores anjos, como Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e outros.

OS BONS DESAFIOS DE UM BRASIL MAIOR
Francilene Procópio Garcia
Professora da Universidade Federal de Campina Grande, diretora geral da Fundação Parque Tecnológico da Paraíba, secretária executiva de Ciência, Tecnologia e Inovação da Paraíba e presidente eleita da Anprotec

O Brasil vem se preparando para lidar com as oportunidades e os desafios de uma economia num nível de estabilização sustentável, reconhecida com a elevação do país à categoria de grau de investimento. É visível a melhoria da competitividade nos territórios brasileiros que se movimentam com a parceria de incubadoras de empresas, aceleradoras de negócios, parques ou pólos científicos e tecnológicos. Estes mecanismos, originados ao longo dos últimos 25 anos, caracterizam um dos caminhos para concretizar o apoio à inovação, viabilizando benefícios que contribuem para o desenvolvimento social, econômico, científico e tecnológico…. O Brasil está num momento especial. O crescimento da economia alarga as possibilidades e aproxima o investidor privado, o que reforça a necessidade de maior capacitação da gestão, inclusive nos ambientes das incubadoras e dos parques tecnológicos….
Em sintonia com prioridades regionais, nacionais, internacionais e com políticas públicas abrangentes, tais como a Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), cabe continuar avançando de forma empreendedora e inovadora em áreas estratégicas, a exemplo dos segmentos de tecnologia limpa, nanotecnologia, biotecnologia, TIC (em especial, em ações com impacto nas áreas de segurança, saúde e educação), energia e agronegócio, entre outras.

A lista de desafios inclui incentivar a maior cooperação entre os ambientes de inovação e as empresas. Precisamos aprimorar a capacidade de articular, integrar e negociar projetos estratégicos, entre parques e incubadoras, racionalizando e fortalecendo as capacidades dos vários territórios no fomento ao empreendedorismo inovador no país.

Autor: Redação Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios, dez. 2011

Fonte: http://revistapegn.globo.com/

Seis especialistas na área empresarial elencam dicas que podem fazer a diferença para seu negócio

Não só as pessoas traçam metas para o novo ano. As empresas, de diversos portes e nichos, planejam suas ações para conseguir ampliar (ou, pelo menos, estabilizar) sua atuação nos mercados em que atuam. Para acelerar esse processo em busca de sucesso, seis especialistas na área empresarial elencam dicas que podem fazer a diferença para seu negócio decolar em 2012:

Ampliar investimento em capacitação: ter colaboradores aptos a negociar em outro idioma pode ser um forte diferencial para sua empresa. “Além do inglês, que é extremamente importante para as organizações dialogarem com outras empresas, o espanhol também possui forte aceitação de diretores e executivos de grandes empresas, já que todos os países da América do Sul, dos quais o Brasil é grande exportador, falam o idioma” destaca Fabio Moyses, coordenador pedagógico do núcleo In Company da Seven Idiomas;

Avalie quanto vale (de verdade) sua empresa: Batista Gigliotti, master franqueado da Sunbelt Business Brokers no Brasil, a maior empresa de intermediação de negócios do mundo, afirma que “alguns empreendedores não conhecem o valor real da empresa, enquanto outros acreditam que apenas o ponto comercial possa ser comercializado. Por isso, vale destacar que uma avaliação de quanto vale seu negócio pode ser muito estratégico para fortalecer, ainda mais, sua empresa”;

Verdadeiros líderes podem fazer a diferença na sua companhia: baseada em teorias de gestão com mais de cem anos, muitas empresas acabam retardando o crescimento e amadurecimento de suas equipes de trabalho. Roberta Yono Ebina, consultora associada da Muttare, consultoria de gestão, revela que “o papel do líder é oferecer desafios aos seus colaboradores de forma a estimular a sua motivação e, ao mesmo tempo, dar sentido aos desafios oferecidos. Fazendo isso, o líder gera um forte vínculo do colaborador com a organização tornando-o cada vez mais comprometido com os resultados a serem atingidos”;

Uma marca alinhada com os objetivos da empresa atrai mais clientes: a marca é o ativo mais importante de uma empresa, e sua gestão correta tem papel importante no sucesso da organização, pois ajuda na conquista e fidelização de clientes. “Hoje, oferecer apenas um produto adequado com uma estratégia de trabalho correta não é mais garantia de estabilidade dos negócios. Investir na marca e criar valor para a própria identidade é essencial no atual cenário”, avalia Helio Moreira, diretor da NewGrowing Design & Branding, agência especializada em construção de marcas;

Eventos com foco em resultados: o mercado de eventos no país cresceu 300% nos últimos dez anos. Na hora de realizá-los, dois fatores são fundamentais: resultados e relacionamento. Aproveite a ocasião para ampliar seu networking e aumentar as vendas: “O evento é uma ferramenta de comunicação que visa alavancar negócios, e o próprio relacionamento com o cliente tem esse foco. Não importa se for um evento interno ou externo, planejamento e os objetivos precisam estar claros”, aponta Ricardo Mendes Gomes, diretor da Stap Comunicação;

Faça das redes sociais uma aliada das pequenas e médias empresas: ferramenta essencial para o relacionamento entre marcas e público final, as redes sociais podem ser um fator importante para o desenvolvimento das pequenas e médias empresas, se usadas de forma assertiva. Meriellin Albuquerque, diretora de planejamento da Ato Z Comunicação, destaca que “não basta colocar conteúdo, é preciso gerar relacionamento e fazer o monitoramento da marca nestes meios. As ações precisam seguir a estratégia de negócios da empresa, mas devem ter linguagem que seja apropriada ao canal para que pequenas e médias otimizem suas ações nestes canais de baixo custo”.

Autor: Pela redação – www.incorporativa.com.br

Pesquisa realizada pelo Sebrae, concluída em junho de 2011, aponta que 58% das pequenas e microempresas ainda desconhecem o tema sustentabilidade e das práticas sustentáveis listadas estão preocupações com redução de consumo de nergia (80%), água (79%), papel (68%), coleta seletiva de lixo (67%), uso adequado de resíduos tóxicos (61%), uso de matéria prima ou material reciclado (45%), reciclagem de pilhas, baterias e pneus usados (42%) e captação de água de chuva ou reuso de água (15%). Além disso, 40% dos empresários não veem a sustentabilidade como oportunidades de ganho para empresa e 13% acreditam que representa custos.

Analisando este cenário, percebemos que as práticas ambientais confundem-se com a sustentabilidade empresarial. As empresas ainda não estão envolvidas em sua totalidade porque associam sustentabilidade a apenas questões ambientais e perdem oportunidades de geração de novos negócios e produtos. Por outro lado, percebemos que as grandes corporações já compreenderam que a sustentabilidade empresarial traz rentabilidade desde que incorporado a seu negócio e produtos. Como exemplos, a empresa que ao desenvolver produtos mais eficientes aumentou suas vendas ou outra que antes jogava seus resíduos em aterros e agora os comercializa, além de outras que estão revendo seus processos, desenvolvendo produtos e serviços sustentáveis.

São casos que mostram que sustentabilidade empresarial está além de ações pontuais, mas que deve ser desenvolvida com o intuito de melhorar a rentabilidade e competitividade. Assim, as pequenas e microempresas têm potencial para inovação e de diferenciação competitiva ao compreenderem a sustentabilidade empresarial. Aqui reunimos algumas dicas para que as empresas possam começar a desenvolver a sustentabilidade empresarial:

1. O primeiro passo é o empresário estar convencido de este é o caminho e se cercar de pessoas que serão capazes de transformar a cultura empresarial na direção de rentabilidade e perenidade sustentáveis no curto, médio e longo prazos.

2. Realizar diagnóstico da situação abrangendo os públicos de interesse, a própria empresa e o mercado de atuação.

3. Desenvolver um plano (Plano Estratégico de Sustentabilidade – PES) que seja capaz de entregar, de forma permanente, “Valor Líquido” para cada um dos seus públicos de interesse estratégicos. Esse conceito de “Valor Líquido”, desenvolvido pelo Grupo SustentaX, significa a percepção de valor pelo público específico menos o risco que ele avalia ter em uma determinada ação ou não. Estabelecido o PES é pensada a organização que irá implementá-lo. Não existe fórmula padrão. Cada empresa tem sua cultura e necessidades diferentes.

4. Atenção! É preciso fazer primeiro para depois comunicar. Muitas empresas estão fazendo o contrário e geram a percepção de falsidade ideológica ou propaganda enganosa.

5. Monitorar constantemente para saber se os públicos estão recebendo corretamente a mensagem e para ajustes.

6. E, por último, cuidado com os atalhos! Ações ditas sustentáveis sem uma coordenação, que gere uma resultante em benefício da empresa, são esforços desperdiçados e que fazem a direção enxergar a sustentabilidade empresarial como custo e não como investimento em seu benefício.

Autor: Newton Figueiredo é fundador e presidente do Grupo SustentaX, que desenvolve, de forma integrada, o conceito de sustentabilidade empresarial ajudando as corporações a terem seus negócios mais competitivos e sustentáveis, identificando para os consumidores produtos e serviços sustentáveis e desenvolvendo projetos de sustentabilidade para empreendimentos imobiliários.

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