<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog da Biblioteca do Empreendedor &#187; Empreendedorismo</title>
	<atom:link href="http://cdi.blogsebrae.com.br/tag/empreendedorismo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://cdi.blogsebrae.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 18 Jan 2012 12:42:16 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.6</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Empreendedor-artista</title>
		<link>http://cdi.blogsebrae.com.br/2011/12/27/empreendedor-artista/</link>
		<comments>http://cdi.blogsebrae.com.br/2011/12/27/empreendedor-artista/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 17:19:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Fontanella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cdi.blogsebrae.com.br/?p=998</guid>
		<description><![CDATA[No artigo Empreendedor-artista, o autor Joel Fernandes, aborda como &#8220;a maioria dos empreendedores que abrem um negócio é um artista que virou empresário. Entende daquilo que faz, mas entende muito pouco, às vezes quase nada, de negócios, daquilo que deveria fazer sob o ponto de vista do investimento que realizou.&#8221;
Fonte: Revista Empreendedor, dez./2011.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No artigo <a href="http://cdi.blogsebrae.com.br/files/2011/12/Artigo-Joel_Empreendedor-artista5.pdf">Empreendedor-artista</a>, o autor Joel Fernandes, aborda como &#8220;a maioria dos empreendedores que abrem um negócio é um artista que virou empresário. Entende daquilo que faz, mas entende muito pouco, às vezes quase nada, de negócios, daquilo que deveria fazer sob o ponto de vista do investimento que realizou.&#8221;</p>
<p>Fonte: Revista Empreendedor, dez./2011.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cdi.blogsebrae.com.br/2011/12/27/empreendedor-artista/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tendências e oportunidades para 2012</title>
		<link>http://cdi.blogsebrae.com.br/2011/12/27/tendencias-e-oportunidades-para-2012/</link>
		<comments>http://cdi.blogsebrae.com.br/2011/12/27/tendencias-e-oportunidades-para-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 14:26:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Fontanella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cdi.blogsebrae.com.br/?p=983</guid>
		<description><![CDATA[O CAPITAL E O EMPREENDEDOR: MAIS AMIGOS DO QUE NUNCA 
Sérgio Risola
Diretor executivo do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec)
O ano de 2011 termina com saldo positivo, pois foi um bom momento para os empreendedores. É a hora certa de investir no Brasil, como apontou em novembro a revista americana de economia Barron’s, do grupo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI282344-17166,00-TENDENCIAS+E+OPORTUNIDADES+PARA.html">O CAPITAL E O EMPREENDEDOR: MAIS AMIGOS DO QUE NUNCA </a><br />
<strong>Sérgio Risola<br />
Diretor executivo do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec)</strong></p>
<p>O ano de 2011 termina com saldo positivo, pois foi um bom momento para os empreendedores. É a hora certa de investir no Brasil, como apontou em novembro a revista americana de economia Barron’s, do grupo Dow Jones. É fato: o universo dos empreendedores é a bola da vez e o Brasil precisa estar preparado para os investimentos que estão vindo por aí. &#8230; Para as incubadoras brasileiras, 2012 começa com o desafio da implantação do Modelo Cerne, uma certificação semelhante à norma ISO 9000 adotada nas empresas. Algumas incubadoras serão denominadas pelo Sebrae como âncoras e terão recursos para preparar as demais. Haverá auditorias internas e uma externa, realizada pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec)&#8230;. É fundamental, por fim, olhar o momento do mercado brasileiro frente aos grandes eventos esportivos e perceber as inúmeras oportunidades que estão sendo criadas com os bilhões de reais que já começam a circular na economia. O próximo passo é detectar os nichos de mercado mais promissores para as cidades, como mobilidade urbana, e aproximar nossas empresas das oportunidades certeiras. É importante lembrar que não existem limites. E tudo parte da necessidade de o empresário entender como preparar o terreno para fazer uma ideia virar negócio.</p>
<p><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI282344-17166-1,00-TENDENCIAS+E+OPORTUNIDADES+PARA.html">O INVESTIMENTO ANJO RUMO ÀS NUVENS NO BRASIL<br />
</a><strong>Cassio Spina<br />
Fundador da Anjos do Brasil</strong></p>
<p>Na decolagem de um avião, o momento mais importante é quando atinge a “velocidade de rolagem”, com sustentação suficiente para levantar vôo: o comandante pode puxar o manche para embicar e descolar do chão. Este é o estágio atual do investimento anjo no Brasil, resultado de um conjunto de fatores e oportunidades que vem acontecendo recentemente. De um lado, temos novas gerações iniciando sua atividade empreendedora e, desta vez, em sua maioria motivadas pela realização de um projeto. São os empreendedores de “oportunidade”, em vez de movidos pela falta de trabalho, os chamados por “necessidade”, conforme o Global Entrepreneurship Monitor (GEM)&#8230;. Do outro, temos uma geração de empresários e executivos bem sucedidos, que acumularam, além de recursos financeiros suficientes para investir em novos negócios, experiência e conhecimento para aplicar nos mesmos. Isto significa que já está tudo resolvido? Muito pelo contrário. Da mesma forma que o avião – que após a decolagem precisa manter seus motores em potência máxima e rumar para o seu destino com concentração e dedicação integral da equipe, numa fase crítica em que qualquer falha pode significar uma queda –, o investimento anjo necessita de atenção. Precisamos manter o foco tanto na efetivação dos negócios quanto na orientação e no apoio para novos investidores anjos e empreendedores&#8230;. Acreditamos que em 2012, apesar da crise nos países desenvolvidos, o empreendedorismo com o investimento anjo deverá crescer significativamente no Brasil. Para tanto, pretendemos efetivar ações como cursos de capacitação para empreendedores e investidores, eventos para troca de experiência e compartilhamento de conhecimento, parcerias com fundos de investimento e a criação de núcleos regionais da Anjos do Brasil em locais que ainda não contam com redes de investidores anjos, como Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e outros.</p>
<p><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI282344-17166-2,00-TENDENCIAS+E+OPORTUNIDADES+PARA.html">OS BONS DESAFIOS DE UM BRASIL MAIOR<br />
</a><strong>Francilene Procópio Garcia<br />
Professora da Universidade Federal de Campina Grande, diretora geral da Fundação Parque Tecnológico da Paraíba, secretária executiva de Ciência, Tecnologia e Inovação da Paraíba e presidente eleita da Anprotec</strong></p>
<p>O Brasil vem se preparando para lidar com as oportunidades e os desafios de uma economia num nível de estabilização sustentável, reconhecida com a elevação do país à categoria de grau de investimento. É visível a melhoria da competitividade nos territórios brasileiros que se movimentam com a parceria de incubadoras de empresas, aceleradoras de negócios, parques ou pólos científicos e tecnológicos. Estes mecanismos, originados ao longo dos últimos 25 anos, caracterizam um dos caminhos para concretizar o apoio à inovação, viabilizando benefícios que contribuem para o desenvolvimento social, econômico, científico e tecnológico&#8230;. O Brasil está num momento especial. O crescimento da economia alarga as possibilidades e aproxima o investidor privado, o que reforça a necessidade de maior capacitação da gestão, inclusive nos ambientes das incubadoras e dos parques tecnológicos&#8230;.<br />
Em sintonia com prioridades regionais, nacionais, internacionais e com políticas públicas abrangentes, tais como a Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), cabe continuar avançando de forma empreendedora e inovadora em áreas estratégicas, a exemplo dos segmentos de tecnologia limpa, nanotecnologia, biotecnologia, TIC (em especial, em ações com impacto nas áreas de segurança, saúde e educação), energia e agronegócio, entre outras.</p>
<p>A lista de desafios inclui incentivar a maior cooperação entre os ambientes de inovação e as empresas. Precisamos aprimorar a capacidade de articular, integrar e negociar projetos estratégicos, entre parques e incubadoras, racionalizando e fortalecendo as capacidades dos vários territórios no fomento ao empreendedorismo inovador no país.</p>
<p>Autor: Redação Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios, dez. 2011</p>
<p>Fonte: <a href="http://revistapegn.globo.com/">http://revistapegn.globo.com/</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cdi.blogsebrae.com.br/2011/12/27/tendencias-e-oportunidades-para-2012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A força do aprendizado: História, valores e tendência</title>
		<link>http://cdi.blogsebrae.com.br/2011/01/04/a-forca-do-aprendizado-historia-valores-e-tendencia/</link>
		<comments>http://cdi.blogsebrae.com.br/2011/01/04/a-forca-do-aprendizado-historia-valores-e-tendencia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 14:50:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Margarete Beccari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cdi.blogsebrae.com.br/?p=902</guid>
		<description><![CDATA[ Aprender se tornou o centro da questão, porque as mudanças são rápidas demais  
 
A organização econômica e social de um país para que ele ganhe expressão global, esteja estruturado harmonicamente e respeite valores universais de direitos humanos demora tempo para ser conquistada e pode demorar muito mais se seus governantes não estiverem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <em>Aprender se tornou o centro da questão, porque as mudanças são rápidas demais  </em></p>
<p> <img src="http://cdi.blogsebrae.com.br/files/2011/01/Aprendizado.JPG" alt="Aprendizado" title="Aprendizado" width="230" height="358" class="alignright size-full wp-image-903" /><br />
A organização econômica e social de um país para que ele ganhe expressão global, esteja estruturado harmonicamente e respeite valores universais de direitos humanos demora tempo para ser conquistada e pode demorar muito mais se seus governantes não estiverem dispostos a se apropriar do aprendizado acumulado pela civilização ao longo da história. </p>
<p>De forma simplificada, as sociedades desenvolvidas estão fundamentadas sobre alguns princípios que não podem ser violados: garantia da propriedade privada, respeito ao indivíduo, liberdade de expressão e estímulo à livre iniciativa. </p>
<p>Em ambiente propício, orientado por um acordo social que prime pela geração de riqueza, o benefício tende a ser coletivo. É só uma questão de bom senso e ajustes. Os países que optaram pelo dirigismo de estado, sem a participação de suas lideranças naturais, que emergem da sociedade, podem até ter alcançado algum êxito nesse ou naquele quesito, mas certamente fracassaram no respeito aos direitos humanos. </p>
<p>No aspecto econômico, a produção em escala exige público consumidor, organização de cidades, infraestrutura urbana, moradias, enfim, interesses em comum que precisam ser orientados pelo governo. Por outro lado, a organização das empresas exige o empreendedor, bancos de fomento e linhas de crédito, regras trabalhistas e tributárias, processo produtivo e gestão empresarial. </p>
<p>Para o produto final chegar ao seu destino, é preciso rodovias, estradas de ferro, hidrovias, sistemas portuários, aeroportos, dutos etc. Como estamos falando em sociedades modernas, com alto investimento tecnológico, entra em cena a comunicação e seus sistemas em rede, a Internet e todo o desdobramento que se dá no mundo virtual. </p>
<p>Um breve estudo da história humana permite identificar os momentos em que cada uma dessas questões floresceu e se tornou o centro dos debates junto à inteligência. Na maioria dos casos, surgiram em pacotes, decorrentes de ondas desenvolvimentistas e exigiram posicionamento das lideranças. </p>
<p>Para a Revolução Industrial tornar-se posssível, houve a necessidade da geração de recursos financeiros, de um movimento social com objetivo determinado, acordos sociais dentro da nova ordem, participação de indivíduos, direito a terra e espaço à livre iniciativa. </p>
<p>O exemplo pode ser a Inglaterra, a partir do século 15, matriz do processo industrial. Pode ser a França. Os EUA. Este último, vale lembrar, levou às últimas consequências os direitos individuais e o estímulo ao empreendimento, ao conhecimento, aos investimentos científicos e tecnológicos, o que resultou em potência global. </p>
<p>O Brasil entrou em cena a partir do século 19, com o fim da escravidão, que demarca a origem do cidadão livre, do consumidor. No século 20, avançou para as cidades, investiu na industrialização e deu o sinal verde de que sua tendência era acompanhar as grandes nações. </p>
<p>A globalização do país se fortaleceu a partir dos anos 80/90. O Plano Real estabilizou a moeda e a transformou em referência de valor respeitável. As empresas também procuraram se ajustar às mudanças para se consolidar em relação ao mundo e enfrentar as novas fases do progresso. </p>
<p>Hoje, em plena era do conhecimento e dos serviços, que agregam valores aos produtos, o aprendizado continua. Aprender se tornou o centro da questão, porque as mudanças são rápidas demais, exatamente devido aos novos saltos na ciência e tecnologia e ao mercado aberto e democrático. </p>
<p>Este contexto é propício ao desenvolvimento de projetos de todos os tamanhos e matizes, desde que elaborados tecnicamente. Ou seja, empresas individuais, pequenas e médias têm espaços, desde que respeitem a lógica do processo e se profissionalizem. </p>
<p><strong>Futuro </strong></p>
<p>A tendência no mundo é acirrar a competitividade. A competição se dá também pela descoberta de novas matrizes energéticas, na busca da eficiência das máquinas fabris e veículos de transporte. No campo da saúde, a medicina desbrava novos campos da longevidade, que melhorem as condições de vida dos idosos, elimine as disfunções causadas por esta mesma sociedade que estamos aprendendo a entender, como estresse, sedentarismo, obesidade, enfim. </p>
<p><strong>Ciência e Tecnologia</strong></p>
<p>Os investimentos não param e acredita-se que em um futuro breve seja possível viver sem agredir o meio ambiente. As pesquisas são intensas. Quem dá um passo adiante arrasta consigo toda a humanidade. O momento é de aprender, de compartilhar conhecimento, de trabalhar em equipe, de somar esforços para vencer obstáculos. Tudo isso exige muita determinação, visão de futuro e grandeza de espírito para não se deixar enganar por ondas erradas. É preciso acreditar, estudar, e seguir em frente.</p>
<p> <strong>Fonte:</strong> DVS Assessoria Contábil &#8211; Boletim do Empresário &#8211; Janeiro de 2011</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cdi.blogsebrae.com.br/2011/01/04/a-forca-do-aprendizado-historia-valores-e-tendencia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Revolução nos negócios</title>
		<link>http://cdi.blogsebrae.com.br/2010/03/05/revolucao-nos-negocios/</link>
		<comments>http://cdi.blogsebrae.com.br/2010/03/05/revolucao-nos-negocios/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 14:16:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Fontanella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cdi.blogsebrae.com.br/?p=716</guid>
		<description><![CDATA[Os jovens empreendedores estão cada vez mais envolvidos com o mundo dos negócios. No Brasil, eles já são 25% do total de empreendedores, segundo a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) de 2008. A percepção de uma oportunidade de mercado fez com que 70% deles abrisse um negócio, segundo o estudo.
Ainda segundo a pesquisa :
- 25% dos empreendedores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os jovens empreendedores estão cada vez mais envolvidos com o mundo dos negócios. No Brasil, eles já são 25% do total de empreendedores, segundo a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) de 2008. A percepção de uma oportunidade de mercado fez com que 70% deles abrisse um negócio, segundo o estudo.</p>
<p>Ainda segundo a pesquisa :<br />
- 25% dos empreendedores brasileiros são jovens<br />
- Brasil é o terceiro no ranking mundial de jovens empreendedores, atrás de Irã e Jamaica<br />
- 15% dos jovens brasileiros entre 18 e 24 anos empreendem, um total de 3,82 milhões de pessoas<br />
- 68% dos jovens brasileiros que empreendem o fazem por oportunidade e 32% por necessidade</p>
<p>Veja a <a href="http://www.empreendedor.com.br/reportagens/revolu%C3%A7%C3%A3o-nos-neg%C3%B3cios">reportagem na íntegra aqui</a></p>
<p>Autora: Cléia Schmitz</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.empreendedor.com.br/">Site Empreendedor</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cdi.blogsebrae.com.br/2010/03/05/revolucao-nos-negocios/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Geração Y: 73% em 2025</title>
		<link>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/12/07/geracao-y-73-em-2025/</link>
		<comments>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/12/07/geracao-y-73-em-2025/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 18:38:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Fontanella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[talentos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cdi.blogsebrae.com.br/?p=609</guid>
		<description><![CDATA[Começamos a ver surgir uma nova força de trabalho no Brasil formada por pessoas conhecidas como Geração Y, nascidas nas décadas de 1980 e 1990,  com características bem peculiares e que serão um grande desafio para as empresas a qual fizerem parte: a retenção de seus talentos.
Permanecer trabalhando em empresas ainda diz respeito a uma pequena parcela, porque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começamos a ver surgir uma nova força de trabalho no Brasil formada por pessoas conhecidas como <a href="http://www.elearningbrasil.com.br/home/artigos/artigos.asp?id=6417">Geração Y</a>, nascidas nas décadas de 1980 e 1990,  com características bem peculiares e que serão um grande desafio para as empresas a qual fizerem parte: a retenção de seus talentos.</p>
<p>Permanecer trabalhando em empresas ainda diz respeito a uma pequena parcela, porque a grande maioria preferirá se organizar como empreendedora de seu próprio negócio: outra característica da <a href="http://www.elearningbrasil.com.br/home/artigos/artigos.asp?id=6417">Geração Y</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/12/07/geracao-y-73-em-2025/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>EXPOFLORIPA é ponte entre empresários e fornecedores na Capital</title>
		<link>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/11/05/expofloripa-e-ponte-entre-empresarios-e-fornecedores-na-capital/</link>
		<comments>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/11/05/expofloripa-e-ponte-entre-empresarios-e-fornecedores-na-capital/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 10:34:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Fontanella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fornecedores]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Feira]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cdi.blogsebrae.com.br/?p=474</guid>
		<description><![CDATA[A EXPOFLORIPA, Feira de Soluções Empresariais, abriu o Congresso Empresarial FACISC neste dia 4 de novembro, às 14 horas, no CentroSul, em Florianópolis, vai seguir com diversos encontros paralelos até o dia 6 de novembro.

Feira de Soluções Empresarias acontece pelo segundo ano consecutivo paralelo ao Congresso Empresarial FACISC e vai funcionar no Centrosul, do dia 4 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div>A EXPOFLORIPA, Feira de Soluções Empresariais, abriu o Congresso Empresarial FACISC neste dia 4 de novembro, às 14 horas, no CentroSul, em Florianópolis, vai seguir com diversos encontros paralelos até o dia 6 de novembro.</div>
<div><img class="alignleft size-full wp-image-475" title="floripa-210x156" src="http://cdi.blogsebrae.com.br/files/2009/11/floripa-210x156.jpg" alt="floripa-210x156" width="210" height="155" /><br />
Feira de Soluções Empresarias acontece pelo segundo ano consecutivo paralelo ao Congresso Empresarial FACISC e vai funcionar no Centrosul, do dia 4 ao dia 6 de novembro, das 14h às 21 horas. Além do numero de expositores, que este ano serão mais de 60, a EXPOFLORIPA traz algumas novidades em relação a sua primeira edição, ano passado.</div>
<div id="eng_texto">
<p>Na edição 2009 a feira vai oferecer oficinas de trabalho voltadas à gestão empresarial. Dirigidas a empresários e candidatos a empresários, estas oficinas serão gratuitas e irão apresentar e discutir experiências em soluções referentes ao planejamento, abertura e gestão de empresas. Os temas abordados serão empreendedorismo, crédito, legalização, tributação e outros assuntos da área. Palestras e salas de negócio completam as oportunidades de aperfeiçoamento que a EXPOFLORIPA vai trazer à Ilha.</p>
<p>O Congresso Empresarial Facisc é realizado pela Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc) e pela Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (Acif) com apoio técnico do Sebrae/SC, e que vai abrigar ainda o 13° Encontro Estadual do Empreender, 15° Encontro Estadual da Mulher Empresária, 9° ECAJE – Encontro Catarinense do Jovem Empreendedor e a Expofloripa &#8211; Feira de Soluções Empresariais.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.portaldailha.com.br/noticias/lernoticia.php?id=3992">Portal da Ilha</a></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/11/05/expofloripa-e-ponte-entre-empresarios-e-fornecedores-na-capital/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Empreendedor corporativo</title>
		<link>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/10/15/empreendedor-corporativo-2/</link>
		<comments>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/10/15/empreendedor-corporativo-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 07:58:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fornecedores]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cdisebraesc.com.br/?p=395</guid>
		<description><![CDATA[Donaldio, Mário. Empreendedor corporativo.  São Paulo: Commit, 2008.  26 min.
Como aplicar sua vocação empreendedora para trabalhar motivado, produzir resultados excepcionais e conquistar o sucesso profissional dentro da emprsa onde você trabalha.
O empreendedor corporativo saber identificar, planejar, liderar, promover lucros, inovando em oportunidades de negócios para sua empresa. O autor apresenta os “sete Segredos do empreendedor  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">Donaldio, Mário. <strong>Empreendedor corporativo</strong>.  São Paulo: Commit, 2008.  26 min.</p>
<p><a href="http://www.cdisebraesc.com.br/wp-content/uploads/Talento-000.bmp"></a>Como aplicar sua vocação empreendedora para trabalhar motivado, produzir resultados excepcionais e conquistar o sucesso profissional dentro da emprsa onde você trabalha.</p>
<p>O empreendedor corporativo saber identificar, planejar, liderar, promover lucros, inovando em oportunidades de negócios para sua empresa. O autor apresenta os “sete Segredos do empreendedor  Corporativo.”</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/10/15/empreendedor-corporativo-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Técnico empreendedor</title>
		<link>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/09/28/tecnico-empreendedor/</link>
		<comments>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/09/28/tecnico-empreendedor/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 20:35:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Margarete Beccari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fornecedores]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cdisebraesc.com.br/?p=348</guid>
		<description><![CDATA[Ensino profissional e tecnológico aliado ao estímulo ao empreendedorismo é caminho para o aumento do desenvolvimento humano. Leia mais&#62;

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ensino profissional e tecnológico aliado ao estímulo ao empreendedorismo é caminho para o aumento do desenvolvimento humano. <a href="http://www.sebrae-sc.com.br/noticias/default.asp?materia=17902">Leia mais&gt;</a></p>
<p><a href="http://www.sebrae-sc.com.br/noticias/default.asp?materia=17902"></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/09/28/tecnico-empreendedor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>20 dicas para você vencer o medo de montar um negócio de sucesso</title>
		<link>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/09/23/20-dicas-para-voce-vencer-o-medo-de-montar-um-negocio-de-sucesso/</link>
		<comments>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/09/23/20-dicas-para-voce-vencer-o-medo-de-montar-um-negocio-de-sucesso/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 14:58:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cdisebraesc.com.br/?p=140</guid>
		<description><![CDATA[Se você tem vontade de ser um empreendedor, veja como é possível deixar a insegurança de lado e partir para essa jornada. Leia mais&#62;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você tem vontade de ser um empreendedor, veja como é possível deixar a insegurança de lado e partir para essa jornada. <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI82779-17189,00-DICAS+PARA+VOCE+VENCER+O+MEDO+DE+MONTAR+UM+NEGOCIO+DE+SUCESSO.html">Leia mais&gt;</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/09/23/20-dicas-para-voce-vencer-o-medo-de-montar-um-negocio-de-sucesso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Inventores de Sonhos</title>
		<link>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/09/23/inventores-de-sonhos/</link>
		<comments>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/09/23/inventores-de-sonhos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 14:44:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Idéias de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cdisebraesc.com.br/?p=128</guid>
		<description><![CDATA[Empresários e empreendedores dependem cada vez mais da força criativa para impulsionar novos negócios. Descobrir o mecanismo que faz da criatividade uma fonte propulsora para abrir mercados é a essência dos chamados negócios criativos, uma tendência que está se impondo na atual fase da competitividade globalizada. Para tanto, é preciso perseverança e coragem, não só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Empresários e empreendedores dependem cada vez mais da força criativa para impulsionar novos negócios. Descobrir o mecanismo que faz da criatividade uma fonte propulsora para abrir mercados é a essência dos chamados negócios criativos, uma tendência que está se impondo na atual fase da competitividade globalizada. Para tanto, é preciso perseverança e coragem, não só para empreender, mas para se aventurar no desconhecido.<span id="more-128"></span><!--more--><!--more--><!--more--><!--more--><!--more--><!--more--><!--more--><!--more--></p>
<p>Conheça cinco exemplos de empreendedores que usaram e usam a criatividade como motor principal de seus negócios:</p>
<p>1. Marcelo Zylberkan, da Easy Track, que lançou o Blob, um rastreador pessoal dirigido para localizar facilmente pessoas ou cargas.</p>
<p>2. Outro case de sucesso é o de Paulo Lago, que inovou ao lançar no Brasil o formato de livros falados e já vendeu cerca de 25 mil audiolivros em todo o país.</p>
<p>3. Montar um negócio criativo não é esquecer os lugares-comuns do empreendedorismo, como abrir um restaurante ou uma loja, mas sim reciclar velhas idéias, como fez José Eduardo Trindade, da Bobinex, que adaptou máquinas de fabricação de embalagens e passou a produzir papel de parede.</p>
<p>4. Ou adaptar conceitos para o cenário atual, caso de Thai Nghia, empreendedor que encontrou em pneus e lonas usados motivo para desenvolver produtos para os setores têxteis e calçadistas.</p>
<p>5. Junto com empreendedores de nichos mais tradicionais da criatividade, como o entretenimento, a exemplo de Valdo Mello e Marcelo Vidal, que transformaram a paixão pela animação em um negócio.</p>
<p>Todos fazem parte desse novo e poderoso vetor dos negócios. Eles são a prova de que a criatividade pode ser sinônimo do empenho pelo resultado e o lucro. Vamos conhecer abaixo a história de cada um destes empreendedores:</p>
<p><strong>Desenho lucrativo &#8211; Estúdios de animação aliam criatividade com pragmatismo de mercado<br />
</strong></p>
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="598">
<tbody>
<tr>
<td>O desafio dos estúdios de animação brasileiros é transformar a arte de contar uma boa história em um negócio lucrativo. Poucos mercados tiveram tamanha reviravolta em função da tecnologia, especialmente com a invenção da animação em 3D, que virou moda num mercado que está em <a href="http://www.cdisebraesc.com.br/wp-content/uploads/Invsonho2.PNG"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-129" src="http://www.cdisebraesc.com.br/wp-content/uploads/Invsonho2-150x150.PNG" alt="Invsonho2" width="150" height="150" /></a>ascensão.A computação gráfica baseada nos princípios da animação tradicional é uma fórmula que vem sendo utilizada cada vez mais pelos grandes estúdios de todo o mundo. No Brasil, a procura por cursos de animação vem aumentando, graças à popularização de aulas técnicas na área de informática e também uma preocupação dos estúdios com a formação da mão-de-obra de qualidade.</td>
<td><strong> </strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O governo também acena com incentivos para o setor, e na Câmara Federal um projeto de lei propõe regras para a exibição de desenhos animados produzidos no Brasil pelas emissoras de TV aberta e os canais pagos.</p>
<p>&#8220;Nos últimos anos, surgiram muitas pequenas empresas, aumentou a concorrência, mas o cenário ainda não é o ideal como foi na década de 1980. Hoje, o mercado não é maduro, pois alguns poucos estúdios pegam uma grande fatia, e o resto sobra para os menores&#8221;, diz Valdo Mello, sócio do Estúdio Dangers, que tem 17 anos de experiência em animação.</p>
<p>Mello explica que abriu a empresa em fevereiro de 2001, quando o mercado ainda não estava aquecido. &#8220;Tivemos grandes dificuldades, mas alguns mercados estavam abertos como internet, games e celulares.&#8221;</p>
<p>A publicidade ainda é a força motriz da animação brasileira, mas a demanda por novos curtas e longas-metragens, séries para a TV e filmes institucionais vem aumentando. Outros nichos de mercado são as empresas de construção civil, que estão contratando animadores para formular passeios virtuais e maquetes eletrônicas para suas obras. &#8220;É um mercado crescente, estamos sempre à procura de novos mercados para atacar&#8221;, diz Marcelo Vidal, do Estúdio Conseqüência do Rio de Janeiro.</p>
<p>Mello afirma que, apesar do sucesso recente, os recursos humanos ainda não têm uma formação estética apurada: muitos profissionais têm formação tecnológica, mas não o per fil de desenhista, que é o que importa para a animação. Na era analógica dos anos 80, a animação artesanal contava com estúdios de 40 ou 50 funcionários, número que a tecnologia reduziu. &#8220;Quem não se atualizou rodou. Antes, somente as grandes produtoras tinham poder de finalização para animação.</p>
<p>Agora, surgiram muitas pequenas empresas, e aumentou a concorrência.&#8221; Entre as vantagens da tecnologia em 3D, estão a agilidade e poder contar com uma equipe menor, mais enxuta. &#8220;Sempre vai ter a animação que vem da prancheta, no estilo da Disney. Mas o computador é mais uma ferramenta para agregar valor com agilidade ao processo de animação, com prazos mais rápidos e diminuição de custo.&#8221; Ele conta com clientes como Ford, Ambev, Casas Bahia e Colgate.</p>
<p>O curta de estréia do Estúdio Conseqüência foi &#8220;Hein?!&#8221;, que no VII Festival Anima Mundi, em 1999, obteve o maior número de votos do público entre os vídeos brasileiros. Como resultado, o estúdio ganhou o Prêmio TV Globo, iniciando, assim, uma vitoriosa carreira em outros importantes festivais brasileiros e internacionais. O filme teve seus direitos de exibição adquiridos pelo Canal + (da França), que desde 2000 vem exibindo o curta em sua programação.</p>
<p>Vidal afirma que, muitas vezes, a falta de conhecimento do mercado leva os clientes a não saberem bem o que querem. &#8220;Já tivemos que melhorar roteiro de agência de publicidade.&#8221; Ele explica que é necessário desenhar à mão a animação para ter uma idéia do produto final. Depois, se grava a voz para, enfim, chegar ao desktop do animador. Mesmo com a tecnologia, o processo é lento: um filme de quinze minutos não se faz em seis meses. &#8220;A não ser que se tenha um orçamento do tamanho dessa exigência. Mas acredito ser necessário desenvolver uma porta comercial sem ser escravo do dinheiro.&#8221;</p>
<div><strong>Paredes perfeitas &#8211; Única empresa de papel de parede do Brasil inova para crescer</strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<div><strong>&#8220;Criatividade é tudo, vence qualquer obstáculo&#8221;, diz José Carlos Trindade, diretor-superintendente da Bobinex, única empresa nacional a fabricar papel de parede e líder absoluta de mercado. O empresário atua no ramo há cerca de 25 anos e começou com muitas dificuldades.&#8221;</strong></div>
<div><strong>Era representante comercial vendendo papel de embalagens e vivia reclamando de um industrial que pagava atrasado as comissões. Certo dia, o empresário ofereceu a fábrica a Trindade, que foi ao banco, conseguiu crédito, comprou as instalações, adaptou as máquinas e pôs em marcha uma grande idéia: ao invés de vender papel de embrulho sem arte, colocou no mercado o melhor papel de parede.</strong></div>
<p><strong>Na comparação com o setor de tintas, diz que o &#8220;papel de parede é mais prático, decorativo, rápido, tem preço igual e melhor custo-benefício.&#8221; Contava com cerca de oito concorrentes na época, hoje atua sozinho contra importadores. &#8220;Acabei comprando o equipamento dos outros&#8221;, relembra.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></strong></p>
<p>Com cerca de 100 colaboradores, investe em novos mercados como o setor de embalagens e auto-adesivos, fitas de borda para acabamento, papel de alto relevo ou papel para armários. &#8220;O mercado não fica esperando de braços abertos, temos que correr atrás. A indústria moveleira vem crescendo bastante.&#8221;</p>
<p>O público comprador é normalmente de classe média e corporativo, o que inclui hotéis, flats, bancos e hospitais. Trindade explica que o papel de parede vem com instrução para o próprio comprador fazer a instalação. Mesmo com domínio do mercado, garante cobrar o preço justo, pois quer crescer. &#8220;No Brasil, estamos lutando para quebrar barreiras. Nos Estados Unidos, o papel de parede é item de primeira necessidade.&#8221;</p>
<div><strong>O valor de um conceito &#8211; Focado na criação e não nas vendas, empreendedor fabrica calçados e roupas reciclando pneus e lonas</strong></div>
<div><strong></strong></div>
<p> </p>
<p><strong></p>
<div><strong><strong>Antes de comercializar produtos, o empreendedor Thai Nghia quer vender um conceito: diminuir a exclusão social e ambiental. E faz isso reciclando pneus e convertendo-os em calçados ou transformando lona em roupas e acessórios destinados aos mercados nacional e internacional.</strong></strong></div>
<div><strong><strong>&#8220;Jogar fora é ex cluir da sociedade. Nosso conceito é usar, reciclar e buscar a integração. Nossa filosofia de vida está relacionada a harmonia, conhecimento e diversidade. Não vendemos um produto, e sim compartilhamos uma idéia&#8221;, diz Thai Nghia, empreendedor que tem uma história de vida associada à perseverança.</strong></strong></div>
<p></strong><strong><strong>Há 28 anos, um petroleiro da Petrobrás o encontrou no mar fugindo do regime comunista do Vietnam, seu país natal. &#8220;Meu pai era plantador de arroz, e fui excluído da escola durante o regime. Tive que fugir para alto mar, agüentei as saudades, cheguei ao Brasil sem família, sem dominar a língua, às cegas, sem saber para onde ir. Descobri que a vida não é de graça, sou responsável por ela e ganhei algo muito precioso, que era a sensação de liberdade&#8221;, diz Thai Nghia , que precisou aprender tudo de novo e se formou em Matemática na Universidade de São Paulo.</p>
<p> </p>
<p></strong></strong></p>
<p>Ele começou a vender bolsas, pois em 1986 a família vietnamita com quem morava atravessava a crise financeira em que resultou o plano Cruzado. O negócio deu certo, e eles passaram a produzir as próprias peças: durante o dia, vendia de porta em porta e formava clientela; à noite, cortava tecido e imprimia as estampas. Foi então que conseguiu um contrato de exclusividade para fornecer bolsas para a Avon do Brasil.</p>
<p>Da produção de bolsas à fabricação de calçados, passaram-se mais de 15 anos, e só em 2003 Thai decidiu perder a dependência de um cliente único e criar marca própria de produtos diferenciados: sandálias, papetes e outros calçados com solado de borracha inspirados na cultura vietnamita. O nome escolhido foi Goóc, que significa raízes. Hoje, ele emprega cerca de 400 pessoas &#8211; indiretamente, o número sobe para 900 &#8211; e exporta para diversos países como Estados Unidos, Alemanha e Espanha.</p>
<p>Até hoje, a Goóc já reciclou o equivalente a mais de 400 km de pneus, se estes formassem uma única fila. Desde janeiro de 2006, a terceira unidade fabril Goóc, inaugurada em Feira de Santana, na Bahia, é responsável pela produção de toda linha de calçados e acessórios desenvolvidos com borracha reciclada de pneu. &#8220;Temos a intenção de concentrar nos próximos anos 100% da produção no Nordeste, região responsável pelo consumo de 75% de calçados de borracha em geral&#8221;, diz.</p>
<p>A Góoc não mira em faturamento, mas sim em número de unidades produzidas, e a meta de Thai é acumular 10 milhões de unidades até 2014. &#8220;O importante é a mensagem, não o produto. O produto é um meio&#8221;, diz ele sem cerimônia.</p>
<p>Em 2006 criou uma nova perspectiva de montar uma rede de franquias e abrir cerca de cem lojas em cinco anos. Mas essa estratégia está sendo revista, pois, segundo o empreendedor, os franqueados não estavam entendendo a proposta da companhia. &#8220;Nosso principal negócio não é comercialização, e sim criação&#8221;, diz ele, que agora vai intensificar os contatos com os 5.000 pontos-de-venda espalhados por todo o país.</p>
<p>As franquias atuais são mantidas como forma de divulgação da marca, e para a abertura de novas franquias Thai diz estar supercriterioso. &#8220;Eles têm que fazer o nosso trabalho, que é alimentar a liberdade para criar e inventar.&#8221;</p>
<p>Entre as novidades, está uma parceria com o grupo Vicunha: bolsas, botas, calçados e outros acessórios foram desenvolvidos com a tecnologia Acqua Proof, que torna a lona resistente à água. Ao entrar em contato com o produto, a água se transforma em gotículas, escorrendo e não penetrando. &#8220;A tecnologia é um meio. O fim é a nossa mensagem. Enquanto se valoriza o high tech, nós voltamos para o arcaico. Sabemos que isso pode ser interpretado como escapismo ou que somos rebeldes, do contra. Mas queremos passar outra maneira de olhar, e descobrir a felicidade e o belo&#8221;, diz.</p>
<p> <strong>Ache fácil &#8211; Empresa lança rastreador pessoal para localizar crianças, idosos e usuários corporativos</strong></p>
<div><strong>Achar uma pessoa perdida por meio de um aparelho que dá a localização exata para quem acessar o sinal via internet ou por meio do call center é a mais recente inovação, e desta vez com tecnologia nacional. A Easy Track lançou o Blob, gadget do momento, um rastreador pessoal que promete revolucionar o mercado de telecomunicações.</strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p>Gadget é definição em inglês para brinquedos tecnológicos, um mercado que se tornou uma febre pela velocidade em que as novidades são lançadas e algumas esquecidas. A idéia é acompanhar a tendência de miniaturização com uma aplicação que satisfaça as necessidades do usuário. Foi assim que se disseminaram o uso de celulares, computadores de mão, MP3 players, canetas ultra-sônicas, TV de bolso, internet sem fio, fone de ouvido e webcam.</p>
<p>O Blob é focado para os públicos infantil, de terceira idade e corporativo. De acordo com Marcelo Zylberkan, um dos sócios-fundadores da companhia (o outro é Daniel Oelsner Lopes), &#8220;não tinha nada sendo explorado nesse segmento, e fizemos tudo aqui no Brasil &#8211; e pode-se dizer que é o primeiro celular 100% brasileiro&#8221;, diz.</p>
<p>Com poucas teclas de controle, o trackphone oferece diversos serviços, como: localizador, escuta, sensor de ruídos, despertador, comunicação celular, ligação rápida para três números pré-programados, transferência de chamadas, controle diário de utilização do aparelho, entre outras funções. &#8220;Ele vem com um chip da Claro embutido, então, além dos três telefones pré-programados, pode-se ligar para mais 50 números na agenda telefônica através do call center.&#8221;</p>
<p>Utilizando a tecnologia desenvolvida pela Easy Track, foi possível a criação de um único aparelho que unisse as duas tecnologias, o celular e o rastreador. &#8220;Descobrimos uma maneira de fazer a localização mais precisa dentro de um raio de três a quatro quadras&#8221;, diz Zylberkan.</p>
<p>A localização pode ser feita através de mapas na internet ou mesmo do call center. Segundo ele, o investimento para a criação do Blob girou em torno de R$ 7 milhões, sendo 2 milhões para concepção, engenharia, estudo de design, software on-line e 3 milhões para fabricação do aparelho. O projeto levou um ano e meio para ser desenvolvido, e envolveu dez empresas parceiras e mais de cem pessoas. &#8220;Isso prova que o Brasil tem capacidade para desenvolvimento de produtos inovadores&#8221;, diz.</p>
<p>A Easy Track nasceu para trazer inovações a um mercado altamente competitivo. No início, oferecia aos clientes o Easytrack Móvel, um rastreador portátil monitorado pela internet com sofisticados recursos de configuração. Sucesso absoluto entre as transportadoras, o aparelho gerenciava riscos em pequenas e médias empresas, e em pouco tempo se tornou referência no serviço de rastreamento de cargas.</p>
<p>Já o Blob é portátil e inovador, tendo sido premiado em concurso de design no Museu da Casa Brasileira. A Easy Track mantém uma versão corporativa, o Blob Cargas, que é mais barata, com maior autonomia na bateria e não tem serviço de telefonia. No mercado corporativo, a empresa está focada em transportadores, caminhoneiros, seguradoras, gerenciadores de risco e empresas que necessitam de equipes de campo.</p>
<div><strong>Livro para ouvir &#8211; Audiolivro é alternativa para democratizar conhecimento e gerar novos negócios</strong><strong> </strong><strong> </p>
<p></strong></p>
<p>A criança em fase de alfabetização, o empresário preso no trânsito, a moça malhando na academia, o rapaz com deficiência visual. São exemplos de público para audiolivros ou livros falados, uma novidade da Editora Nossa Cultura, que tem intenção de democratizar o acesso ao conhecimento e incentivar o hábito da leitura, além de popularizar o formato no Brasil.</p>
<p>O audiolivro pode ser usado em situações nas quais a leitura não é possível e por pessoas com deficiência visual. &#8220;É um estímulo à leitura, pois a obra do autor não se esgota em um só livro&#8221;, diz Paulo Lago, sócio-diretor da companhia. As gravações de obras literárias e teatrais surgiram pouco depois da Primeira Guerra Mundial para entreter soldados que perderam a visão durante as batalhas. O que era um produto para cegos, porém, foi se tornando uma opção também para pessoas que não tinham tempo para ler livros tradicionais.</p>
<p>A idéia de criar a editora partiu de uma deficiente visual, fã do escritor Rubem Alves, que sugeriu que se oferecesse a obra também em CD. &#8220;Há um ano e meio, estávamos pesquisando opções para a produção de conteúdo em outros suportes além do impresso e, assim que Rubem Alves nos falou da sua fã, decidimos apostar nos audiolivros&#8221;, afirma Paulo Lago.</p>
<p>Os Estados Unidos saíram na frente na popularização do formato e hoje possuem o maior mercado de audiolivros do mundo, com mais de 30 mil títulos disponíveis. Segundo a APA &#8211; Audio Publishers Association, o segmento vem crescendo a uma taxa de 10% ao ano e já movimenta mais de US$ 800 milhões anualmente. Já na Europa, os audiolivros são sucesso principalmente na Grã-Bretanha e na Alemanha. O interesse pelo formato faz com que, nesses países e nos Estados Unidos, os lançamentos editoriais se jam, com freqüência, disponibilizados simultaneamente em versão impressa e em áudio.</p>
<p>Realizado em 2000, o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) constatou que 159.824 brasileiros eram cegos e outros 2.398.472 tinham grande dificuldade permanente para enxergar. Além de beneficiar todas essas pessoas, favorecendo sua inclusão social, os audiolivros também são uma opção para quem pode ler, mas tem pouco tempo.</p>
<p>Segundo a Publishing Trends, publicação norte-americana especializada no mercado editorial, uma pesquisa realizada em 2005 nos Estados Unidos mostrou que 53% dos fãs do formato ouvem os livros falados nos seus carros ou em transportes públicos.</p>
<p>Essa é apenas uma das situações em que os audiolivros são bem-vindos. &#8220;Eles são muito versáteis, sob medida para a vida corrida das grandes cidades. A pessoa pode ouvi-los enquanto se arruma para o trabalho ou faz alguma tarefa doméstica, por exemplo. E com um CD player portátil, as possibilidades são quase infinitas. É possível ouvir o livro praticamente em qualquer lugar e em qualquer situação: na academia de ginástica, durante a caminhada, fazendo compras, na sala de espera do médico ou do dentista, e assim por diante&#8221;, diz o editor Paulo Lago.</p>
<p>Essa versatilidade pode ajudar a estimular o hábito da leitura no Brasil, onde infelizmente os livros tradicionais ainda não fazem parte do cotidiano. O Brasil ocupa a 27ª posição no ranking de leitura do NOP World Culture Score.</p>
<p>Segundo os especialistas da Comissão de Leitura, órgão ligado ao Ministério da Educação dos Estados Unidos, ler em voz alta para as crianças é uma das atividades que mais ajudam a desenvolver a habilidade de leitura. Ouvindo um livro falado, as crianças ampliam o vocabulário, aprendem entonação e pronúncia e, principalmente, têm contato com o universo da literatura de uma forma lúdica e agradável. &#8220;É só colocar a turminha sentada e discutir a obra em sala&#8221;.</p>
<p>&#8220;Em cinco anos, o CD e o DVD tendem a desaparecer&#8221;, diz Lago, que já vendeu cerca de 25 mil audiolivros, mas não sossega. &#8220;Ainda estamos num mercado estéril, é como ver uma plantinha nascer no deserto.&#8221;</p>
<p>Fonte: Site e-Empreendedor</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cdi.blogsebrae.com.br/2009/09/23/inventores-de-sonhos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

